A cólera do Fim dos Tempos

Por Andre Batista / Imagem: Thinkstock

Os noticiários internacionais pouco dão importância ao Iêmen, pequeno país árabe com cerca de 23 milhões de habitantes. Situado na Ásia, quando o Iêmen aparece nos jornais é para ser noticiada a disputa pelo poder no país. Em guerra civil desde 2015, mais de 12 mil pessoas já morreram durante os combates nas ruas iemênicas.

Entretanto, outro problema tem transtornado os habitantes da região: a cólera. Infecção causada pela ingestão de uma bactéria já matou milhões de pessoas durante a História. Somente na década de 1850, na Rússia, mais de um milhão de pessoas morreram em decorrência da doença.

Com o desenvolvimento urbano, porém, a cólera foi erradicada em quase todo o mundo. No Brasil, por exemplo, não se tem notícias da doença há mais de 20 anos.

A guerra civil no Iêmen causou um novo surto da doença. Atualmente praticamente não existem alimento suficiente e tratamento de água, o que a torna fácil de ser infestada pela bactéria responsável pela cólera. Os alimentos cultivados com essa água e não limpos também se tornam portadores da doença. O caso é tão grave que, em dois anos, mais de 400 mil pessoas foram contaminadas. Ou seja: a cada 50 pessoas, uma corre o risco de morrer com a doença.

De acordo com reportagem publicada no Portal R7, aproximadamente 1.900 pessoas perderam a vida. O principal sintoma da cólera é uma diarreia interminável, que desidrata, faz perder peso, causa dores e náuseas e enfraquece e diminui o sistema autoimune do doente. Em seus estágios finais, a doença causa taquicardia, hipotensão e hipotermia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita que muita gente ainda morrerá no Iêmen, tanto pela guerra quanto pelas pestes.

Avisados há milênios

O que acontece no Iêmen se repete em muitos outros países: guerras, guerrilhas e doenças matando milhares de pessoas todos os dias. E, infelizmente, a situação se agravará ainda mais. É o que diz a Bíblia:

E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
Mas todas estas coisas são o princípio de dores. Mateus 24.6:8

Essas são palavras do próprio Senhor Jesus ao explicar como a humanidade perceberá a chegada do Fim dos Tempos. De acordo com Ele, sinais como os que estão acontecendo no Iêmen não são o pior do Apocalipse, apenas o “princípio das dores”. Muitas outras aflições ainda virão.

“O que é certo é que muita, muita gente morrerá. A morte se tornará algo banal”, explica o bispo Renato Cardoso, palestrante da reunião Estudo do Apocalipse, que acontece aos domingos, 18h, no Templo de Salomão. De acordo com ele, o Apocalipse “trará consigo também a peste, ou seja, as doenças que proliferarão sem controle e afetarão milhões no mundo inteiro. ”

Basta acompanhar os noticiários para perceber que esses sinais já estão presentes na Terra. Para saber mais sobre o que está por vir, participe do Estudo do Apocalipse, no próximo domingo, às 18h, no Templo de Salomão, ou assista pelo Univer Vídeo.

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