Resposta à moda antiga

Por Núbia Siqueira / Foto: iStock

Tem questões tão difíceis na vida que palavras, conselhos ou boas ideias não trazem soluções. São aqueles problemas que costumam se arrastar por longo tempo, testando as forças e os limites humanos.

Se você vive uma situação assim, continue a ler este texto, porque nele está a chave para você vencê-la.

Na época de Elias, Israel vivia a maior decadência espiritual de todos os tempos. A nação fundada e estabelecida por Deus estava no fundo do poço, por ter tido a idolatria oficializada pelo rei Acabe e a sua esposa, Jezabel.

O povo oscilava entre servir a Deus e servir aos deuses que a monarquia impunha. Diante deste quadro, era preciso uma ação contundente para ficar claro Quem era o verdadeiro Deus de Israel.

Desde o tempo de Abel, Abraão, Isaque e Jacó, Deus costumava mostrar a Sua aprovação ou reprovação por meio do sacrifício no Altar. Elias sabia disso, por isso, foi corajoso ao propor este tipo de desafio aos 850 profetas de Baal e Aserá. Entenda que, coragem não significa ausência de medo, mas uma busca contínua de força para sobrepor qualquer receio e, assim, fazer o que precisa ser feito.

Normalmente, em um sacrifício é comum o ofertante colocar o fogo sobre o animal, mas, o profeta dificultou em muito o processo nessa ocasião, porque ele disse que o fogo deveria vir do céu, ou seja, nada de mãos humanas para ajudar na hora “H”. Só um detalhe a ressaltar: do céu não estava vindo nem água mais naquele tempo, devido à desobediência do povo a Deus.

Ambos os lados, prepararam o seu altar. Mas, há Altar e altares.

Veja que, qualquer um pode erguer um altar, mas a resposta só vem sobre ele, se ali for apresentado sacrifício perfeito e para o Único e Verdadeiro Deus.

Os falsos profetas tinham todas as condições para vencer o desafio, porque eram numerosos e tinham a realeza a seu favor. Porém, não foi isso que aconteceu, porque quem tem o Altíssimo ao seu lado é sempre maioria, ainda que esteja só. Nada adiantou os 850 homens ficarem por horas num frenesi desesperador, pois nenhum sinal veio de seus ídolos.

Contudo, quando há fé genuína, há, consequentemente, confiança absoluta que Deus Se manifestará.

No Altar levantado por Elias estavam juntas as doze pedras, para simbolizar todo o Israel e o fim daquela fé dividida. Então, ao colocar as tribos juntas, Elias mostrou que todo o povo de Deus precisa se unir em torno do mesmo desejo de avivamento.

Após a preparação do Altar e do sacrifício, Elias não precisou gritar, saltar ou se retalhar para chamar atenção do Senhor, pois ele fazia isso com a sua vida posta em risco diante de todos. O profeta estava convicto do seu triunfo, e bastaram 30 segundos de clamor para que uma enorme porção de fogo rasgasse o céu e consumisse não só o bezerro, mas toda a lenha, as pedras, a terra e a água de 12 cântaros colocada no rego em volta do Altar.

O Todo-Poderoso agiu com essa intensidade porque Elias tinha dentro de si a revolta em ver uma geração se perder do seu propósito. E esse foi o combustível que inflamou Deus a ter pressa para Se manifestar.

A atitude do profeta chega a nós para nos ensinar que devemos ser intrépidos como ele, porque quem de fato crê coloca a sua fé à prova.

Precisamos do fogo do céu agora, mais que Israel precisou no passado. Temos urgência da intervenção divina.

No entanto, há uma pergunta a se fazer: onde estão os homens e mulheres de Deus com o espírito de Elias hoje? Veja que João Batista cumpriu de forma extraordinária o seu ministério, porque ele veio no mesmo espírito e poder de Elias.

Mas, se de um lado o Deus de Elias continua O Mesmo em caráter, poder e disposição, por outro lado, encontrar os “Elias” hoje tem sido uma raridade.

Eu creio que o fogo continua sendo um sinal da presença manifesta do SENHOR para que haja separação entre os que são dEle dos que não são. E se esse fogo não tem descido, é porque nós não temos sido ousados como o Seu servo foi no passado.

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