O Noivo e a Noiva

Entenda a importância da igreja na preservação da fé


Por Núbia Siqueira / Foto: Getty Images

Lembro-me como se fosse hoje do primeiro culto que assisti na Igreja Universal do Reino de Deus…

Era domingo pela manhã e eu cheguei bem antes do culto começar. Tudo naquele salão simples falou comigo. A frase: “JESUS CRISTO É O SENHOR”, colocada sobre o Altar, foi a primeira pregação. Nela, o Espírito Santo me encheu de um temor, de uma reverência ao fato de Deus estar ali. A atmosfera daquele ambiente era diferente dos outros lugares, assim como as pessoas, os obreiros, as músicas…

Quando começou a reunião, então, nem se fala! Eu não sabia orar, mas percebi que Deus me abraçava, me envolvia no Seu amor, no Seu cuidado e na Sua proteção enquanto o pastor orava. Naquele primeiro culto percebi que era possível ter um pedacinho do Céu na Terra, e aquele era o lugar.

Isso aconteceu em janeiro de 1986, nem parece, mas, já se passaram 33 anos…

Tudo de mais importante na minha vida aconteceu a partir da experiência com Deus que eu vivi na Igreja. A Igreja me apresentou o Senhor Jesus. Foi nela que eu nasci de novo, recebi o Espírito Santo, conheci o meu marido, o Domingos, e tive o alto privilégio de poder servir a Deus pregando a Sua Palavra pelo mundo afora.

Então, não posso deixar de reconhecer a Igreja como a peça fundamental em todo esse processo. Sem ela, dificilmente conheceria o Evangelho e também não teria o privilégio de juntos, com pessoas da mesma fé, desenvolver talentos, ser estimulada a servir e ser aperfeiçoada através das diferenças na convivência cotidiana.

Além, é claro, de não desfrutar de uma das maiores bênçãos dessa comunhão, que é de participar dos elementos da Ceia do Senhor. Isso mesmo. A Ceia é um memorial do que o Senhor Jesus fez na cruz. Ao instituir o mandamento do partir do pão e do beber do cálice em memória ao Seu sacrifício, o nosso Salvador não estava sozinho, mas cercado pelos Seus discípulos, pois este não é um ato solitário, mas de um grupo de pessoas debaixo de uma mesma fé. Ademais, o princípio fundamental da Santa Ceia não é somente para lembrança da Obra que o Senhor Jesus fez, mas também uma condição para receber a vida que está nEle.

Só no Novo Testamento, na versão ACF da Bíblia Sagrada, encontrei a palavra “igreja” mais de cem vezes. Isso nos mostra a importância dela na preservação da fé. Na maioria dessas citações, a referência diz respeito a uma igreja local onde os cristãos, frequentemente, se reuniam para buscar a Deus, ler a Palavra e se fortalecerem espiritualmente.

Podemos perceber o valor que o apóstolo Paulo dava à Igreja quando, inspirado pelo Espírito Santo, ele endereçou muitas das suas cartas às igrejas locais e não a pessoas individuais. Veja em uma dessas cartas a referência aos membros, obreiros, pastores e bispos:

“Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os santos em Cristo Jesus, que estão em Filipos, com os bispos e diáconos” (Filipenses 1.1)

Isso mostra o relacionamento de Deus com o Seu povo, ou seja, Ele trata de cada um de um modo individual, mas tem uma Aliança com a Sua Igreja.
Portanto, todas as instituições neste mundo foram fundadas pelos homens, mas a Igreja do Senhor Jesus não. Ele Próprio a estabeleceu e a Bíblia a define, nada mais nada menos, como a Noiva do Senhor. Então, Jesus nunca desistirá da Sua Igreja, mesmo que as pessoas a rejeitem ou mudem seus conceitos. Ele sempre, e até ao fim, permanecerá cuidando daqueles que temem e guardam o mandamento de estarem reunidos em Seu Nome.

Logo, a visão contemporânea e distorcida de que a Igreja é apenas um detalhe ou mesmo uma invenção humana, é completamente antibíblica. Não há respaldo nas Escrituras para amar o Noivo (Jesus) e desprezar a Sua Noiva (Igreja) e ser um “desigrejado” devido a qualquer justificativa. A ordem de se congregar com irmãos da mesma fé segue intacta e mostra o compromisso que assumimos com Deus (Hebreus 10.25).

Claro que, de um modo individual, somos a Igreja do Senhor Jesus, estando em qualquer lugar. Destaco também que pertencer a uma denominação evangélica não faz de ninguém um verdadeiro cristão, nem mesmo lhe dá o direito à Salvação, porque congregar é mais do que participar de cultos ou receber informações bíblicas. Congregar é obedecer à Palavra de Deus, se comprometer com as causas do Evangelho e com o serviço da Sua Obra.

Você também consegue apreciar a bondade de Deus com a sua vida, por meio da Sua Igreja?

Até.

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