Cicatrizes da chibata

Por Bianca Carturani

A chibata foi e ainda é um instrumento de castigo usado no passado para punir os negros escravos. Ela possui algumas variações. A mais comum é feita de um bastão curto terminado em uma ponta de couro, sendo que outras terminavam até com metal, para ferir ainda mais os escravos castigados, deixando assim cicatrizes bem mais profundas e visíveis.

A punição de açoites também era realizada em público, numa praça, por exemplo. As pessoas se reuniam para assistir ao carrasco esfolando os escravos considerados merecedores de tal atrocidade.

Antes de seguirmos, leia nosso disclaimer para não perder o costume, tratando-se desse tipo de assunto: O ministério da fé inteligente adverte – Quem vive do passado é museu, portanto, esse post serve para você aprender a considerar o passado, mas não tê-lo como ponto de partida na construção do seu futuro, e não permitir que ele amargue o seu presente. Se é isso que você deseja, então prossiga na leitura!

Essa dolorosa introdução feita no texto foi apenas para fazer uma analogia à situação de muitos negros hoje em dia no Brasil e no mundo. Os negros que sentiram na pele a dor das chibatadas, literalmente falando, relembravam a dor a cada momento que olhavam para as cicatrizes deixadas pela chibata, e isso fazia todo sentido para a época.

Algo bem similar vem acontecendo com muitas pessoas que têm a pele escura, ou cabelo crespo, ou apenas pai ou mãe negros: a dor causada por uma surra que não levou, as cicatrizes na mente geradas por chibatadas que elas não receberam.

Vemos a força e influência de movimentos defensores dos negros se expandindo pelo mundo. Vemos pessoas que hoje têm uma porta aberta, uma oportunidade para viver de forma digna e livre dos terríveis e cruéis troncos do passado, mas o que nós, pessoas livres, temos feito com nossa liberdade? Como temos aproveitado nosso direito de ir, vir e ser?

O foco no hoje visualizando o futuro é o que leva uma pessoa a não viver chorando uma dor do passado. Inteligência e fé movem muitos negros a dar relevância à história dos seus antepassados, sim, porém não limitar ou basear suas vidas e conquistas nisso. Pessoas inteligentes olham para a frente e consideram os erros do passado para, dessa forma, não repeti-los.

Quando eu vejo um movimento falando em nome de todos os negros, dizendo que somos desprezados, excluídos e que não temos representatividade, eu logo respondo: “Eu não, não falem por mim!”

“Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte.”

Joel 3:10

Até um fraco deve confessar ter força, imagine um povo que escravizado mostrou uma força incomparável? Imaginem se os escravos do passado soubessem da ordem Divina de transformar enxadas em espadas.. rsrsrsrs… e foices em lanças? (Os arianos poderiam ter entrado em extinção)

E é exatamente isso que todos nós devemos dizer, devemos rejeitar as dores do passado, temos que nos excluir do grupo de excluídos da sociedade, temos que deixar de chorar uma escravidão que nem eu e tampouco você vivemos, e colocar mais atenção na que ainda existe, como a manipulação por exemplo, essa, sim, é a escravidão não só dos negros de hoje em dia, mas de boa parte da humanidade.

A mídia esquerdista quer te fazer sofrer pela escravidão do passado, para que você e eu não vejamos a prisão que vivemos agora. Prisão essa que já não é culpa da cor da nossa pele, e, sim, daquilo que acreditamos. Se você se vê como um excluído, você será excluído, pois se comportará como tal, e todos dirão: “Estão vendo só como a sociedade é racista? Olha essa pessoa negra excluída, coitada!”

E enquanto isso, as ONGs (sabemos que existem algumas de boa fé), movimentos e militâncias raciais vão ganhando espaço, poder, argumentos e lucros à custa das cicatrizes que a chibata não deixou em você.

Entenda, muitos lucram com a sua sensação de impotência e pequenez causadas pela cor da sua pele, muitos mesmo!

NÃO ACREDITE NO QUE ELES DIZEM, NÓS NEGROS NÃO SOMOS COITADINHOS! SOMOS FORTES.

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