A verdade sobre o Bispo Macedo e a Universal que não lhe contaram

A partir de 15 de agosto, Nada a Perder 2 – Não Se Pode Esconder a Verdade mostrará a história real dos acontecimentos mais polêmicos que repercutiram negativamente na mídia


Por Ana Carolina Cury / Fotos: Demetrio Koch e Divulgação

O mês era outubro e o ano 1995, mais precisamente era um domingo, dia 16. O sol da primavera iluminava o jardim da Igreja Universal do Reino de Deus do bairro Bela Vista, em São Paulo, enquanto o empresário Fábio Faria, (foto abaixo) de 44 anos, conversava com alguns amigos depois do culto. Mas em questão de segundos tudo mudou: um grupo começou a atirar pedras e fogos de artifício nos membros e pastores da instituição.

“Foi uma gritaria, um desespero generalizado. Saímos correndo para nos desviarmos dos ataques e ajudarmos as pessoas que tinham sido atingidas. Me lembro que estava socorrendo uma mulher ensanguentada e um homem gritou que era católico, que odiava a Universal e que, por isso, tínhamos que morrer”, conta Fábio.

Para aquelas pessoas, o ódio tinha um alvo, ou melhor, vários. Dias antes, o que era para ser mais uma edição do programa O Despertar da Fé da Universal se tornou um gatilho para manchetes negativas nos jornais de todo o País porque, durante a apresentação, um ex-bispo, ao tentar mostrar aos telespectadores que era falho depositar a fé em ídolos e santos, tocou com o pé em uma imagem da santa católica Nossa Senhora Aparecida.

Mas, apesar dos ataques que toda a instituição sofreu por conta dessa atitude, logo que tomou conhecimento do fato, o líder espiritual da Universal, o Bispo Edir Macedo, foi enfático ao dizer que aquela ação foi um erro e pediu desculpas a todos. Porém a imprensa não quis saber e fez o que pôde para que as pessoas ficassem com muita raiva do Bispo Macedo, de sua família, da Igreja e dos membros. O erro de uma pessoa pesou sobre muitas outras.

Vítimas de ambos os lados
Fábio lembra que quando presenciou os ataques se sentiu injustiçado. “Foi muito triste ver as pessoas apanhando por conta de uma perseguição. Aquele ex-bispo errou, mas não fazia sentido todo mundo pagar pela conduta de uma pessoa. Graças a Deus, tudo se resolveu quando a polícia chegou e deteve quem estava atirando as pedras.”

Fábio diz que não sente raiva de quem o machucou porque, para ele, aquelas pessoas foram tão vítimas quanto o Bispo Macedo e a Universal. “A mídia já atacava e perseguia o Bispo Macedo, então, com aquele erro, ela teve a faca e o queijo na mão para tentar desmoralizá-lo. Só que ela foi tão maldosa que, por meio das mentiras, não apenas o Bispo, sua família e nós sofremos as consequências como também aqueles que acreditaram nas fake news (notícias falsas).”

Naquele mesmo ano, em uma reportagem de nove minutos, a Rede Globo continuou a atacar o Bispo Macedo. “Na matéria, a emissora mostrou um vídeo editado do Bispo Macedo contando ofertas com outros pastores. Aquelas imagens foram uma tentativa cruel de atacar a Obra de Deus. Por causa daquele vídeo, meu pai se revoltou e quase me expulsou de casa, mas foi na Universal que conheci a Deus e me libertei de todos os traumas que carregava. Eu sabia da seriedade do trabalho porque o conhecia de perto”, afirma Fábio.

Ela acreditou na notícia falsa
Naquela mesma época, Ana Paula Ramalho Pereira, (foto abaixo) também empresária, de 43 anos, se deixou influenciar pelo que leu e se tornou uma perseguidora da Igreja. “Assisti aquele vídeo do Bispo Macedo contando ofertas com outros pastores e fiquei com muita raiva. A matéria dizia que ele fazia aquilo para enganar os pobres e eu acreditei. Minha mãe frequentava a Universal e passei a brigar muito com ela por isso”, declara.

Mas as brigas não foram capazes de tirar a mãe de Ana da presença de Deus. “Tinha vergonha das pessoas saberem que alguém da minha família frequentava a Universal, mas não posso mentir que a forma como minha mãe reagia aos meus ataques chamava minha atenção.

Ela não ficava defendendo a Igreja nem aumentava o tom de voz. A postura sábia dela me deixava confusa”, relata.

Ana percebeu que a mãe se tornou uma mulher diferente, mais calma e passou a prosperar depois que começou a frequentar a Universal.

“O resultado que vi nela me fez mudar de ideia e tudo que eu pensava a respeito do Bispo Macedo caiu por terra quando decidi ir a uma reunião e passei a me firmar na fé. Indo à Universal aprendi que precisamos conhecer com nossos próprios olhos, em vez de julgar o que não conhecemos ou acreditar em tudo o que os outros falam”, completa Ana. Hoje ela é levita no Templo de Salomão, em São Paulo.

Evitando a injustiça
Em entrevista à Folha Universal, Valter Rodrigues de Carvalho, doutor em Ciência Política e historiador, analisa as perseguições que aconteceram ao Bispo Macedo. “Acompanhei na época este caso. E, na minha avaliação, foi umas das mais graves injustiças impostas a um líder religioso, que não apenas afrontou as garantias constitucionais a um processo justo, mas revelou a perseguição político-religiosa.

Isto é uma afronta inaceitável à liberdade religiosa firmada na Constituição.”

Carvalho afirma que para não cair nas armadilhas das notícias falsas é essencial avaliar bem os fatos antes de julgar. “Nos últimos anos temos observado um crescimento assustador das fake news e a influência que elas exercem na decisão das pessoas. Por isso, é preciso identificar a fonte do que se lê, assiste ou ouve. E, se possível, tentar conhecer os dois lados da situação: do acusador e da vítima. Hoje existem centrais de produção de notícias falsas com finalidades políticas e ideológicas.”

A artesã Vilma Pereira, (foto abaixo) de 55 anos, lembra que evitava julgar a Universal e o Bispo Macedo pelo que assistia na televisão e decidiu conhecer pessoalmente a instituição antes de tirar conclusões precipitadas. “Me lembro que quase todos os dias saía nos jornais uma notícia falando mal da Igreja, mas eu quis ver com meus próprios olhos. Minha mãe ouvia a programação da Igreja pela rádio e tinha uma impressão muito positiva.”

Foi depois que começou a frequentar a Universal que a vida de Vilma mudou. “Quando cheguei encontrei um lugar totalmente diferente do que a imprensa mostrava. Eu era uma pessoa depressiva, nervosa, tinha insônia, tomava remédios para dormir e, por meio da fé inteligente que aprendi ali, venci tudo isso. As pessoas diziam que eu estava sofrendo lavagem cerebral, mas foi na Universal que conheci o Senhor Jesus. Hoje sou casada, feliz e sigo firme nessa fé.”

A corretora de imóveis Antônia Gomes da Silva, (foto abaixo) de 63 anos, também não se deixou levar pelas fake news. “Fui convidada por um amigo para conhecer a Igreja. Relutei no início, mas, pouco depois, decidi ir e buscar minha cura. No primeiro dia que fui, saí curada da bursite de toda angústia e com uma paz enorme.”

Hoje Antônia e toda sua família frequentam a instituição. “Nunca olhei para os lados, meu foco sempre foi o Senhor Jesus. Não há como negar que quanto mais foi perseguida mais a Igreja cresceu. Só quem é cego não vê que essa Obra tem um propósito divino.”

Uma notícia falsa e uma perseguição podem acabar com uma vida, como aconteceu recentemente com a blogueira Alinne Araújo. Ela se matou depois de receber muitos comentários negativos em sua rede social por ter se casado consigo mesma depois do noivo desistir do casamento às vésperas da cerimônia. Contudo com o Bispo Macedo foi diferente. Apesar de tantas injúrias, o líder espiritual da Universal se manteve firme.

O professor de história Jackson Miranda analisa a reação do Bispo Macedo diante das calúnias: “as notícias falsas possuem um duplo objetivo: primeiro, manipular aqueles que recebem as fake news; segundo, prejudicar o indivíduo ou grupo de pessoas que são objeto dela. Assim, a vítima se vê diante de uma enxurrada de mentiras acusatórias ou maliciosas. Nesse ponto, pode haver prejuízo financeiro com a contratação de advogados para poder restabelecer a versão correta dos fatos, mas há também danos emocionais e nos relacionamentos. Entretanto podemos ver na história do Bispo Macedo que, apesar de tantas injustiças comprovadas, ele permaneceu focado em seu objetivo”.

Isso só aconteceu porque o Bispo nunca deixou de acreditar na realização da vontade do Altíssimo. Independentemente do que os outros diziam ou achavam, ele não esmoreceu.

Nada a Perder 2 – Não Se Pode Esconder a Verdade
Toda essa trajetória de superação poderá ser conferida no filme Nada a Perder 2 – Não Se Pode Esconder a Verdade. Na trama será possível ver como as perseguições impulsionaram o crescimento da Igreja Universal do Reino de Deus em todo o mundo.

“Fizemos uma reconstituição de vários vídeos que foram apresentados na imprensa só que, desta vez, mostrando a verdade dos acontecimentos. Além disso, o Bispo Macedo enfrenta muitas questões pessoais nesta segunda parte do longa, como perdas familiares, o desabamento do teto da catedral de Osasco, algo que o afetou muito, o trabalho missionário na África, entre outras surpresas”, detalha o diretor do longa-metragem Alexandre Avancini.

Avancini afirma que o filme vai impactar o público. “É um filme muito emocionante e envolvente. Continuamos mostrando a luta do Bispo para manter o trabalho da Universal e também a luta dos membros que sofrem preconceito e perseguição. Fiquei muito feliz com o resultado.”

O ator Petrônio Gontijo, que interpreta o Bispo Edir Macedo no longa-metragem, conta à Folha Universal que a forma como o Bispo lidou – e lida – com as fofocas é um exemplo a ser seguido. “O filme fala de como uma história mal contada ou contada apenas com a visão de um dos lados pode influenciar e confundir a cabeça das pessoas. Posso dizer que o Bispo Macedo não deixou que as fofocas influenciassem sua vida.”

Além disso, Gontijo diz que este não foi apenas mais um trabalho em sua carreira: “tirei muitas lições, entre elas a simplicidade com que o Bispo trata as perseguições, as pessoas e suas próprias questões. Foi algo revolucionário para mim e mudou muita coisa na minha forma de pensar e agir. Tenho certeza que trará uma reflexão muito importante a todos.”

Propósito do Alto
O Senhor Jesus deixou uma orientação importante a todos aqueles que querem segui-lo: “E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.” (Mateus 10.22).

Para o mundo, contraditório; para o povo de Deus, uma vitória. Apesar de toda perseguição, a Igreja Universal do Reino de Deus só cresceu. A instituição conta hoje com mais de 8 mil templos e catedrais no Brasil, instalados em todas as capitais e na quase totalidade dos municípios dos 26 Estados e do Distrito Federal. No exterior são mais de 3 mil Igrejas. E, apenas em 2018, os programas sociais atenderam mais de 14 milhões de pessoas carentes ou marginalizadas no Brasil e em mais 92 países.

Uma história marcada por lágrimas, força, revolta e muita fé no Altíssimo que foi Quem sempre conduziu tudo. E, assim, Nada a Perder 2 – Não Se Pode Esconder a Verdade deixa claro que todo esse crescimento nada mais é que o cumprimento da Palavra de Deus na vida do Bispo Macedo, de sua família, dos Bispos e Pastores que abraçaram a missão de evangelizar, dos obreiros, dos evangelistas e dos membros que têm tanto amor por essa Obra.

O segredo para essa vitória está na Palavra de Deus: “Portando, sujeitai-vos a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós.” (Tiago 4.7). Foi exatamente isso que o Bispo Macedo fez para vencer o diabo e suas fake news: se sujeitou a Deus, O obedeceu e confiou nEle totalmente, mesmo quando tudo parecia dar errado.

Por isso, não seja mais um propagador de fake news. Escolha sempre conhecer e espalhar a verdade. Os ingressos para o filme Nada a Perder 2 – Não Se Pode Esconder a Verdade já estão disponíveis nas bilheterias dos cinemas de todo o País e no site ingresso.com.

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