Time de futebol explora corpo de mulheres para vender uniforme

Como a sensualidade desmedida das propagandas prejudica a sociedade


Por Andre Batista / Imagem: Reprodução

O Goiás Esporte Clube está lançando sua nova camiseta. Embora seja uma peça bonita, a roupa ficou mais famosa pela publicidade do que por sua beleza em si. Isso porque, para lançar a camiseta, o time resolveu apostar em mulheres sensualizando, deixando a própria roupa em segundo plano.

Contudo, a propaganda da camiseta gerou muitas críticas na internet. Muita gente afirmou que o vídeo trata as mulheres como objeto e abusa em explorar a sensualidade das modelos. Isso, justamente, quando as mulheres esportistas estão lutando por mais igualdade no futebol, um esporte historicamente machista.

À imprensa, o presidente do clube, Marcelo Almeida, afirmou que não enxerga a peça publicitária como algo que possua excesso de sensualidade ou sexismo (atitude de discriminação fundamentada no sexo):

“Não teve tanto sensualismo e nem motivo para tanta polêmica. Eu vi um vídeo externando a beleza da mulher goiana, que é uma característica de nosso estado. Não vi exploração de imagem”.

Para ele, o conteúdo do vídeo é “normal”.

E será que o normal é bom?

É considerado normal o que as pessoas encaram como rotineiro. Ou seja: algo que é visto a todo momento torna-se normal, sendo bom ou não. E é exatamente isso que o sexo se tornou na sociedade. O presidente do Goiás acerta ao afirmar que o conteúdo do vídeo é “normal”. O que não significa que seja moral, ético ou mesmo bom. Até mesmo para a própria pessoa que se exibe.

Muitas mulheres utilizam a sensualidade como ferramenta para demonstrar força. Aparentemente elas se acham bonitas e, por isso, exibem seus corpos. Na verdade, o que acontece é exatamente o oposto.

“Aparentemente ela se ama, ela se acha. Mas, quando a pessoa tem que ficar chamando atenção das outras pessoas para ela se realizar, para ela se sentir bem, para elevar a autoestima dela, é porque ela não está bem”, explica a escritora Cristiane Cardoso, autora do livro “A Mulher V: Moderna, à Moda Antiga“.

De acordo com ela, essa mulher que abusa da sensualidade “até se sente bem enquanto está chamando atenção. Enquanto um homem olha e a deseja, quando ele deixa um comentário para ela nas redes sociais”, mas essa felicidade não dura. Até porque depende de outras pessoas.

O que ela precisa é aprender a se sentir bem consigo mesma. Aí então não será necessária a aprovação de terceiros.

Mas para alcançar essa realização interior, é necessário obedecer a Palavra de Deus, e isso exige renúncias e sacrifícios. “Se manter pura no meio de um mundo sujo, isso significa dizer que você terá que ser muito diferente das demais pessoas… Se para você é importante ser querida, popular, famosa e amada, esquece. Ser cristã de verdade é ser odiada pelo mundo e amada por Deus”, conclui Cristiane.

Durante o podcast “Escola do Amor Responde”, Cristiane fala mais sobre esse tema. Ouça o programa completo no clicando aqui.

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