Jovem mata tia e arranca seu coração

Usuário de drogas, ele chegou a levar o órgão para a filha da vítima e tentou raptar prima menor de idade


Por Marcelo Rangel / Foto: Gettyimages

No Mato Grosso, um usuário de drogas matou a própria tia, arrancou seu coração e o levou para a filha da vítima, que é sua prima, e ainda tentou raptar a filha dela, uma criança de 7 anos, por quem se dizia apaixonado.

Maria Zélia da Silva Cosmo, de 55 anos, da cidade de Sorriso, acolheu em sua casa o sobrinho Lumar Costa da Silva, de 28 anos, há alguns meses. Ele morava em São Paulo, mas estava hospedado na casa de Maria Zélia, no município mato-grossensse.

Com o passar do tempo, Maria notava que Lumar chegava em casa muito alterado. Depois de uma briga com a tia, ele confessou ser usuário de drogas. Após outras brigas, o jovem foi expulso da casa no dia 29 de junho. Um filho de Maria, temendo pela segurança da mãe, pagou para ele o aluguel de uma quitinete.

No dia 2 de julho, Lumar voltou à casa da tia e a matou. Abriu o tórax dela, retirou seu coração, pôs em uma sacola e levou para Patrícia, filha de Maria, dizendo que tinha matado “aquela velha desgraçada” e que mataria todo mundo na casa. Essa ação foi impedida por um amigo da família.

O viciado também dizia que queria levar a filha de Patrícia, de 7 anos, pois era apaixonado por ela e queria beijá-la. Ele pegou o carro de Patrícia e fugiu.

Na fuga, invadiu o jardim de uma empresa com o automóvel, bateu em um transformador e tentou incendiar o veículo. Com sangue da tia nas mãos e nos tênis, saiu correndo pela rua até ser abordado pela polícia, que já o procurava. Os policiais tiveram dificuldade de imobilizá-lo e precisaram algemar até mesmo seus pés. Na delegacia, Lumar confessou o crime.

Por melhor que tenha sido a intenção da família de ajudar o jovem viciado, ninguém é curado de vícios sem procurar a ajuda certa.

Somente as boas intenções terrenas não bastaram e custaram a vida de Maria. “O vício é um problema estritamente espiritual”, diz o Bispo Rogério Formigoni. Seguindo esse raciocínio, a cura só pode acontecer no meio espiritual.

“O vício é a ausência de alguma coisa. Se você tem um vazio, uma angústia e não tem um Deus para te guiar, você vai recorrer a uma substância, seja ela qual for, que passa a ser o seu senhor, você se torna escravo e vive em função dela”, revelou o Bispo.

Se você conhece alguém, seja um amigo, seja um familiar, que está enfrentando problemas com algum tipo de vício, acesse o site viciotemcura.com e saiba mais sobre o Tratamento para Cura dos Vícios e os locais onde ele é oferecido.

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