O grande desafio de Elias no monte Carmelo

Em Jezabel, na Record TV, uma das cenas mais aguardadas deixa grandes lições


Por Kelly Lopes / Fotos: Edu Moraes

A macrossérie Jezabel traz em suas cenas, embasadas nos registros bíblicos, muitas lições ao telespectador. Recentemente, foi ao ar um capítulo tão impactante quanto ver fogo caindo dos céus – e foi isso mesmo o que aconteceu.

A época mostrava o seguinte cenário em Israel: o rei Acabe (André Bankoff) havia se casado com a rainha idólatra Jezabel (Lidi Lisboa) e se prostrado diante de seus falsos deuses, Baal e Asserá, deixando de adorar ao Deus Vivo e ainda ordenando que o povo também adorasse os mesmos deuses pagãos. Por causa disso, todos ficaram sem chuva e orvalho na região, naqueles tempos, como havia dito o profeta Elias (Iano Salomão) a mando do Senhor. Eles só iriam ver a chuva novamente quando Elias ordenasse.

Então, sem água e sem alimentos, o povo de Israel dependia dos estoques do rei para sobreviver. Com isso, Jezabel aproveitava para fazer com que todos continuassem adorando aos seus deuses em troca de comida – e assim crescia a idolatria. Poucos foram os que se mantiveram fiéis e não se curvaram perante
os deuses pagãos.

Até que chegou o dia em que Elias desafiou o rei Acabe, pedindo para reunir todo o povo de Israel e os sacerdotes de Baal no Monte Carmelo. Lá, estavam presentes 450 sacerdotes de Baal, 400 sacerdotes do poste-ídolo Aserá, além do povo e do rei de Israel. Lançando um desafio, Elias disse que todos testemunhariam que apenas um Deus existia.

O verdadeiro Deusresponde com fogo
Na cena, Elias pediu para que trouxessem dois bezerros e que os dividissem em pedaços. Em seguida, ordenou que colocassem um deles sobre a lenha, mas que não ateassem fogo. O grande desafio era os sacerdotes de Baal o invocarem para ele responder com fogo sobre a lenha, consumindo o holocausto. Enquanto isso, Elias se encarregou de preparar o outro bezerro, para, em seguida, invocar ao Deus de Israel. Ele, então, afirmou que o Deus que respondesse com fogo seria o verdadeiro Deus.

Os primeiros a clamar foram os sacerdotes de Baal, que em alta voz gritavam pedindo fogo dos céus por longas horas. Elias zombava dizendo para que clamassem mais alto, que talvez Baal estivesse ocupado, viajando ou dormindo. Sem resposta e desesperados, eles acabaram se mutilando com lanças e chicotes e derramando o próprio sangue em sacrifício a Baal. Mesmo assim, o falso deus não respondeu a eles. Após muito tempo clamando, caíram no chão cansados e sem forças.

Quando chegou a vez de Elias, ele pediu ao povo que se aproximasse. Ele restaurou o Altar do Senhor, colocando nele 12 pedras, representando as 12 tribos de Israel. Fez uma vala em torno do Altar e pediu que ali derramassem 12 cântaros de água, encharcando a lenha e o holocausto. Em seguida, ajoelhou-se e clamou a Deus para que Ele respondesse, provando ser o Único Deus em Israel. Então, prontamente, foi respondido: uma enorme chama de fogo caiu do céu consumindo o holocausto. Todos ficaram impressionados e exclamaram: só o Senhor é Deus.

O que podemos aprender com a fé de Elias
Imagine os problemas que Elias enfrentava, lutando contra a idolatria do rei e do povo de Israel, a seca, a fome e os mais de 800 profetas de Baal e Asserá em oposição a ele. Mas a seu favor, ele tinha o verdadeiro Deus, que dirigia suas ações. Elias não se acovardou quando Deus o chamou para esse desafio. Ao contrário, escolheu confiar nEle e ir na contramão do que seus olhos viam. Creu contra tudo e todos, sem duvidar que seria respondido.

Mesmo enfrentando uma miséria extrema, sacrificou um bezerro e ainda encharcou o Altar com água, que estava escassa. Isso representava o tudo de Elias e daquele povo pelo tudo de Deus. Antes Elias restaurou o Altar que havia sido abandonado. Essa atitude representava o abandono do pecado. A água, que praticamente não existia por lá, simbolizava a certeza do milagre, mesmo diante de todas as dificuldades.

É possível imaginar as murmurações de muitos ao ver a água sendo derramada. Nos dias atuais, ocorre da mesma forma: os que têm a fé sacrificial costumam ser sempre criticados. A resposta de Deus representava a libertação do povo contra a idolatria e a seca, mas também a vida de Elias, pois, se a resposta não viesse, ele seria morto por ter lançado aquele desafio.

O mesmo fogo que consumiu o holocausto pode hoje, por meio da fé, também consumir todos os problemas na vida daqueles que lançam sua confiança e dependência no Deus Vivo. O que tem faltado em sua vida? Tudo é possível quando se usa a fé inteligente, em conjunto com a comunhão com Deus.

Para saber mais sobre esse desafio, leia-o na Bíblia, em 1 Reis, 18.19-39. E não deixe de acompanhar a macrossérie, de segunda a sexta-feira,
às 20h45.

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