Qual tipo de estrela você tem sido?

Vigília das Estrelas marca o início de uma vida nova para aqueles que creem


Por Maiara Máximo / Fotos: Diego Vieira, Vinicius Gomes e Arquivo Pessoal

“A Vigília das Estrelas foi muito especial. Desde o início, havia a expectativa de como seria e qual o propósito dos elementos. Vimos Deus a todo momento cuidando de nós, caprichando sempre nos mínimos detalhes. Uma oportunidade de nos analisar sobre o que podemos melhorar.” Essa foi a definição da publicitária Jennifer de Araújo, (foto abaixo) de 24 anos, que mora em Bauru, no interior de São Paulo, sobre a madrugada do dia 21 de junho. Três horas antes do início da reunião, ela já estava na Catedral da Universal do Brás, na capital paulista, para a reunião.

A Vigília das Estrelas aconteceu na Catedral da Universal de Del Castilho, no Rio de Janeiro, e foi transmitido por meio de videoconferência para todo o Brasil. O Bispo Sérgio Correa, responsável pelo trabalho com os obreiros no País, falou dos tipos de situações em que muitos deles se encontram.

“Tem estrelas brilhantes e que devem brilhar mais ainda. Outras um dia brilharam, mas hoje encontram-se ofuscadas. Existem ainda estrelas que se apagaram por sentimentos como apego, mágoa, prostituição, fofocas etc.” A analogia que ele fez se referia às pessoas que um dia estiveram bem no relacionamento com Deus, mas, com o tempo e os problemas do cotidiano, se apagaram.

Ele citou o exemplo de Abraão, que tinha muitos motivos para se apegar às suas terras, sua família e ao seu filho, por exemplo, porém, ele colocou toda a sua vida no Altar. Por isso, Abraão era uma estrela brilhante que nada e ninguém o impediam de ser obediente a Deus.

Novo e velho
Os participantes levaram uma garrafa de suco de uva e uma peça de roupa velha com formato de bolsa. Esses elementos faziam referência à passagem bíblica: “E ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos” (Marcos, 2.22). Odre significa espécie de saco feito de pele, usada para transporte de líquidos.

Todos colocaram no Altar a bolsa, que representava o odre velho, e o suco de uva, que era o vinho novo. O odre seria a obtenção de um novo coração, capaz de obedecer à vontade de Deus, da mesma forma como Abraão fez ao se tornar pai de muitas nações. Já o vinho novo se referia às “boas-novas” da Salvação trazidas pelo Senhor Jesus.

O Bispo Sérgio concluiu dizendo que a Palavra de Deus não funciona na vida de quem tem a mente velha, mas sim em quem é como Abraão (saiba mais sobre ele nas páginas 4 e 16).

Colaborou: Núbia Onara

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