“Mesmo estando encarcerado, eu me sentia mais livre do que nunca”

Conheça a história de Casey McCain, que teve nova vida dentro de uma prisão


Por Rafaella Rizzo / Fotos: Cedidas

“Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”

Atos 10:34

O projeto Universal nos Presídios (UNP) pratica esse versículo diariamente, levando a Salvação a pessoas rejeitadas pela sociedade. Não só no Brasil, mas em diversos países.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o grupo tem o nome de Universal Beyond Bars (UBB) e atua em alguns estados americanos. Um deles é o Texas, onde o projeto já chegou a 9 presídios, sendo 1 de segurança máxima. Ele é conhecido como “Death Row” (Corredor da Morte), onde se executam penas de morte.

Com reuniões diárias, mais de 3 mil detentos têm aprendido sobre a fé viva, o perdão e o novo nascimento. Muitos já se batizaram e até receberam a liberdade.

Um desses casos incríveis de superação é o de Casey McCain, de 36 anos. Ele teve uma boa infância, estudou e, após se formar, casou-se e teve três filhos. Eram uma típica família americana, vivam felizes até que uma briga de bar mudou seu destino.

“Fui defender meu amigo e a partir daí as coisas ficaram ruins para mim. Duas semanas após a confusão eu me entreguei à justiça e por dois anos tive várias audiências sobre o caso. Em 2010, fui condenado a 6 anos de liberdade condicional”, relata.

Decadência

unpMas foi exatamente a partir daí que começou sua queda. Casey passou a sair e frequentar boates, o que afetou seu casamento. O divórcio chegou em 2015, o que abriu a porta para outros males como vícios e prostituição.

“Comecei a sair ainda mais, com todo tipo de garotas, usar drogas e álcool. Por não comparecer à audiência de condicional por dois meses, minha liberdade foi revogada. Por isso, fui condenado a 6 anos de prisão em regime fechado”, diz.

Mas nesse fundo de poço, Casey teve a oportunidade de começar uma nova vida. É que dentro da prisão ele passou a participar das reuniões realizadas pelo UBB, naquele presídio.

Obedecendo aos ensinamentos e orientações dos pastores, hoje, um ano depois, ele é um homem livre: espiritualmente e fisicamente.

“A vida é muito melhor quando você vive para Deus. Mesmo estando encarcerado, eu estava mais livre do que nunca. Tenho feito coisas que eu nunca pensei que faria, levando outros presos a conhecer o Senhor Jesus. Estou livre da prisão há cerca de 4 meses, já tenho o meu próprio negócio e casei recentemente. Deus me abençoou para que eu possa ser uma bênção para os outros”, afirma.

Acesse a página oficial do UNP no Facebook e saiba o que o projeto realiza pelo Brasil.

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