Tudo para fugir da realidade

Quem olhava a vida de Daniele Dantas não imaginava que ela escondia um vazio dentro de si. Confira como ela mudou


Por Flavia Francellino / Fotos: Vinicius Gomes e Arquivo pessoal

Tudo começou com o primeiro cigarro de maconha. Dos 17 aos 27 anos, a autônoma Daniele Dantas de Paula, hoje com 38 anos, se aprofundou no vício das drogas, nas festas, nas distrações.

Ela conta que seus pais haviam se separado quando ela tinha 8 anos. Naquela época, Daniele viu o comportamento de sua mãe mudar.

“Minha mãe ia muito para a balada; rapazes vinham buscá-la no portão de casa. Isso me chateava, porque, mesmo separada, ela e meu pai viviam sob o mesmo teto. Cresci com essa vergonha, enciumada, com uma mistura de sentimentos.”

Daniele descreve que imitava o que via em sua família. “Minha irmã, meu irmão e minha mãe saíam. Então, aos 17 anos, fui à primeira festa. No primeiro dia que coloquei um cigarro na boca também bebi.”

A partir daí, a jovem conheceu a maconha. “Em seguida, vieram outras drogas, lança-perfume, cocaína, ácido (LSD), ecstasy, cola de sapateiro, até chegar ao crack”, enumera.


Desejo de morte
Uma noite regada a drogas era pouco para Daniele se satisfazer. Então, ela começou a frequentar acampamentos. “As pessoas levavam muitas drogas e bebidas. As mochilas mal tinham comida. E assim fui seguindo a vida, nas noitadas, na prostituição e em tudo o que o mundo oferecia. Trabalhava só para sustentar o vício e nem ajudava em casa”, descreve.

Aos 24 anos, ela ficou grávida. Aos 26, apresentou sintomas de depressão. “Enquanto estava com a droga, com os amigos, vivia como se minha vida fosse aquilo. Mas, quando chegava em casa, me trancava no quarto até três dias seguidos.”

Ela relembra uma cena que lhe marcou muito: “Minha filha de 2 anos correu para o quarto brincar comigo e eu a coloquei para fora. Queria ficar sozinha naquela escuridão. Ali vinha o desejo de morte, a vontade de acabar com tudo”.

Saída
Em uma madrugada, ao assistir ao programa na TV Fala que eu te escuto, Daniele disse para si mesma: “Não é possível que isso seja verdade”. A mãe dela, Maria Lúcia, já conhecia o trabalho da Universal. Mas a jovem costumava resistir aos convites para ir à Igreja.

“Houve uma luta interior: um lado queria ir à Igreja e conhecer a
saída que diziam haver, mas, do outro, prevaleciam os maus olhos. Até que resolvi dar uma oportunidade para Deus. Na verdade, Ele estava me dando várias oportunidades, só resolvi aceitar.”

Logo no primeiro dia que foi à Igreja, ela notou a diferença em seu ser. Então, se entregou a Deus e renunciou à rotina que lhe machucava.

Em seguida, recebeu o Espírito Santo.

Com a mudança interna, o exterior também mudou. “Deus transformou minha vida. Sou casada, tivemos outra filha, casa, negócio e o mais importante: o Espírito Santo. Eu era o problema da família; hoje, sou o exemplo”, encerra.

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