Um aprendizado para a vida

Detentas participam de cursos e encontram uma nova oportunidade de reconstruir suas vidas. Saiba mais


Por Sabrina Marques / Fotos: Cedidas

“Elas estão se sentindo valorizadas, pois, veem que são capazes de ter uma nova vida e uma nova chance de reconstruir suas famílias”.

A afirmação acima é de Solange Borges, voluntária e responsável pelo trabalho do grupo Universal nos Presídios (UNP) da cidade de Chapecó, em Santa Catarina.

Recentemente, Solange e mais duas voluntárias do grupo dedicaram parte do seu tempo para ensinar 36 detentas do semiaberto do Presídio Feminino de Chapecó, a confeccionarem porta-retratos com pérolas.

O curso teve início em março deste ano e é ministrado sempre às quintas-feiras, a cada 15 dias e tem duração de duas horas e meia.

“Elas estão muito felizes e interessadas e vendo o curso como uma oportunidade para ter uma renda no futuro quando tiverem a liberdade. Elas fazem os porta-retratos com muito carinho e já têm em mente para quem dar e qual foto vão colocar. É muito bom ver a alegria no rosto de cada uma e o desejo de reconstruir a vida”, comentou Solange.

Além das 36 presas, outras 44 já estão inscritas, totalizando 80 detentas em ressocialização por meio do trabalho da UNP. Além do porta-retratos, elas também participaram do curso com pérolas em cuias, garrafas térmicas, porta- controle de TV, bandejas, letras, enfeites para banheiro, entre outros.

Preso tem direito à qualificação

Todo preso tem direito à educação. Por isso, a Constituição Federal garante o acesso dos detentos brasileiros aos estudos. Mas, em 2011, houve um novo incentivo para que os presos retomassem os estudos.

A Lei 12.433 previu a redução de pena – que já ocorria com o trabalho – também para quem estuda. Sendo assim, a cada 12 horas de frequência escolar, o preso tem um dia a menos de pena a cumprir, incluindo ensino fundamental, médio, profissionalizante, superior ou ainda curso de requalificação profissional.

Conheça o trabalho do grupo UNP

A Universal está prestes a completar 42 anos de existência e há mais de 30 anos está presente nos presídios de todo o Brasil e em mais de 50 países.

Em 2018, só em solo brasileiro cerca de 500 mil presos foram atendidos pelos voluntários do grupo, mais de 1.300 presídios receberam assistência, sem contar os 93 mil funcionários que também foram beneficiados com as ações da UNP. O número de voluntários também cresceu e hoje já são cerca de 27 mil pessoas que atuam dentro e fora dos presídios.

Se você quer saber mais sobres as ações do grupo, visite a página oficial no Facebook. Clique aqui.

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