Criticai umas às outras

Há mulheres que fazem dessa atitude um mandamento. Agindo dessa forma, elas só têm a perder. Veja como é possível mudar


Por Flavia Francellino / Foto: Fotolia

O segundo mandamento deixado pelo Senhor Jesus fala da responsabilidade de amarmos uns aos outros. Contudo, atualmente, algumas mulheres substituem o verbo “amar” pelo “criticar” e fazem comentários disfarçados com a expressão “é apenas uma opinião minha”.

“Geralmente isso começa com um olhar de desdém que varre você da cabeça aos pés. E não para por aí. Quase sempre ele vem seguido de um comentário para quem está sendo criticado: ‘essa roupa a deixou enorme, querida’. A intenção nunca é ajudar, mas se vangloriar e mostrar superioridade. Ainda pior – se é que pode piorar – é que esse ‘tapa na cara’ vem acompanhado de uma ‘brincadeirinha’”, diz a escritora Nanda Bezerra, no seu livro Mais Linda em 40 Dias.

Ela compara esse tipo de crítica às das “sogras malvadas das comédias românticas, cheias de malícia, de más intenções e de inveja” e acentua que “com a era da internet, do Facebook e Instagram vemos certa maldade sendo revelada nas pessoas, pois elas se sentem seguras para serem cruéis já que estão por trás de um computador ou celular”.

Insegurança e competição
Para a psicóloga Mônica Machado, esse comportamento é uma forma errada de expressar a individualidade. “É como se fosse a opinião própria da pessoa que não aceita o que a outra está falando, fazendo ou o modo que está agindo. Ela não tem empatia e não consegue enxergar que a forma como o outro enxerga as coisas é diferente da dela. Daí, a critica. Na verdade, pode ser uma defesa usada por pessoas inseguras.”

Segundo ela, a mudança deve começar internamente. “A pessoa precisa reconhecer que sua visão não é única e exclusiva. Para viver em sociedade, você precisa aceitar o outro e se colocar no lugar dele, senão essas brigas culturais viram até discriminação ou racismo. E tudo isso gera a não aceitação.”

Mulheres que se apoiam
“A mulher segura sabe o que faz, fala e o que é, principalmente quando suas atitudes são baseadas na Palavra de Deus. Do contrário, vê necessidade de expor o que no seu ponto de vista seja um defeito e, para isso, usa como alvo outra mulher”, destaca Amanda Nádia da Silva, de 27 anos. Ela e sua irmã, Ana Dominique, de 25 anos (foto a esq.), fazem parte do Godllywood, grupo que leva as mulheres a se valorizarem e a enxergarem qualidades dos outros e também em
si mesmas.

No Godllywood, elas recebem comentários construtivos de outras mulheres, o que as ajuda a reforçar sua maturidade e seu crescimento. “Quando enxergamos o valor que temos, nos tornamos mulheres fortes”, diz Ana Dominique.

Autocrítica
Para a escritora Nanda Bezerra, a mulher deve ser o primeiro alvo da sua própria crítica. “Se você percebe que tem sido uma crítica impiedosa das pessoas ou de alguém em particular, não se contente apenas em ficar triste. Uma boa forma de se livrar de hábitos ruins é substituí-los por bons. Então, em vez de criticar, substitua seus comentários venenosos por palavras de apreciação”, recomenda.

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