Procedimento estético mal feito colocou a vida dela em risco

Os medicamentos que Maria Plácido tomava não faziam efeito. A fé, entretanto, não falhou


Por Kelly Lopes / Fotos: Demetrio Koch e Arquivo Pessoal

A aposentada Maria Plácido Pereira, de 67 anos, sempre gostou de se cuidar. Em 2017, ela procurou uma podóloga (profissional que estuda e cuida da saúde dos pés) para cortar de forma correta as suas unhas e evitar que elas encravassem.

Durante o procedimento, a unha do dedão do pé direito foi cortada de forma exagerada, o que causou um machucado. “Notei que a mulher estava afundando o alicate e senti muita dor. Ela disse que era normal. Dois dias depois do procedimento, meu dedo ficou muito inchado, latejava e doía. Ao retornar na podóloga, ela disse que o problema não era dela e que eu procurasse um hospital”, contou.

Começou, então, um drama na vida de Maria. Ela foi diagnosticada com uma bactéria resistente. De acordo com os médicos, a bactéria foi transmitida por falta de esterilização e higienização do alicate de unha usado no procedimento.

Mesmo fazendo uso dos antibióticos, administrados para eliminar as bactérias, a lesão aumentava. “Era horrível. A ferida crescia e, por mais que eu cuidasse dela, saía muita secreção, tinha mau cheiro, além de doer e coçar bastante. Eu limpava várias vezes por dia. A impressão que eu tinha era de que, quanto mais remédio eu tomava, mais a bactéria crescia e se espalhava no meu pé.”

Não demorou muito para que o pé de Maria começasse a escurecer e a entrar em processo de necrose (morte da célula ou parte de um tecido). Por conta disso, Maria teve que passar por duas cirurgias de amputação para a retirada de três dedos afetados. Depois das cirurgias, com a ferida aberta, os médicos não deram garantia de cura e a alertaram que a bactéria poderia se espalhar para a perna e para a corrente sanguínea, causando uma infecção generalizada que colocaria sua vida em risco.

Sem poder andar, ela passava os dias na cama e usava uma cadeira de rodas para ir ao banheiro. Ela permaneceu assim por cinco meses com a ferida que não cicatrizava completamente. Nesse período, com a mudança em sua rotina e a perda de apetite causada pelos antibióticos, ela emagreceu 15 quilos.

Bênção
Preocupada com a saúde, Maria passava noites em claro, pois não conseguia dormir. Até que em uma madrugada, assistindo à programação da Universal, ela ouviu um pastor falar sobre o socorro de Deus na vida daqueles que usam a fé. Ele convidou os telespectadores a participarem do momento da oração e pediu para que colocassem um copo com água para Deus, determinando que aquela água fosse a força de Deus dentro de quem dela bebesse.

“Mesmo com dificuldade, eu peguei um copo com água e, naquela oração, pedi para que Deus me socorresse. Logo depois já me senti melhor e esperançosa. Na mesma semana pedi para que me levassem à Igreja”, recordou.

Foi assim que Maria chegou à Universal. Nas reuniões que acontecem aos domingos, ela continuou o tratamento com a água consagrada. Ela também usava a água para lavar o pé, determinando a cura. “Na primeira vez que me levaram para a Igreja, eu estava na cadeira de rodas, mas, poucos dias depois, já conseguia ficar de pé. Usando a fé em Deus com orações e com a água do tratamento, a ferida cicatrizou totalmente e a bactéria desapareceu. Até os médicos disseram que foi um milagre de Deus na minha vida ”, disse.

Ela segue fazendo o tratamento com a água consagrada aos domingos na Universal. Recuperou o peso e, com auxílio de botas ortopédicas, pratica atividades físicas para ajudar no equilíbrio e na coordenação motora.

Esterilização dos instrumentos

O ideal é que eles sejam de uso particular

Qualquer equipamento não descartável pertencente ao profissional deve ser lavado, seco, embalado e esterilizado na autoclave (equipamento indicado para a esterilização de instrumentos em serviços de saúde e beleza).

Caso ocorra algum tipo de ferimento, os produtos recomendados para estancar o sangue são o spray e o pó hemostático.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda que a cutícula não seja retirada, pois isso deixa a unha desprotegida e facilita a entrada de fungos e bactérias. Retirá-la pode desencadear o que os médicos chamam de paroníquia, um processo inflamatório em o canto das unhas fica inchado e com pus.

Em caso de coceira na pele, lesões avermelhadas ou outras complicações, procure um dermatologista.

Recomendações da Agência Nacional de Vigilância SanitáRia (Anvisa)

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