Universal ganha direito de resposta em TV portuguesa após fake news

Justiça entende que TVI mentiu e Universal pode se defender


Por Andre Batista / Imagem: iStock

No final de 2017 uma série de reportagens mentirosas foram veiculadas pela emissora de televisão portuguesa TVI. Essas fake news foram reproduzidas também em outros veículos, que já reconheceram o erro e cederam direito de resposta à Universal após determinação da Justiça.

A TVI, entretanto, negou-se a obedecer às autoridades de Portugal e ceder os cinco direitos de resposta determinados pela Justiça. Ao invés disso, seus representantes entraram com recurso no processo.

Em conclusão, mais uma vez a Justiça deu ganho de causa à Universal. Após analisar por meses o caso e os recursos, os desembargadores entenderam que a Universal jamais cometeu qualquer irregularidade e a TVI mentiu, devendo veicular os direitos de resposta da Universal.

Relembre as fake news veiculadas

A TVI exibiu entre os dias 11 e 21 de dezembro de 2017 uma série de reportagens enganadoras. A emissora – criada pela Igreja Católica e ainda ligada a ela – alegava que a Universal cometera tráfico de crianças na década de 1990.

De acordo com a matéria, pais exemplares tiveram seus filhos arrancados pela Universal e traficados para os Estados Unidos. Tudo mentira!

Conforme provam os autos da Justiça portuguesa da época e as investigações recentes, os pais de duas dessas crianças eram dependentes químicos e os abandonaram na casa de uma ama. Já a outra criança citada vivia sem condições de salubridade, alimentação, higiene, habitação e educação mínimos exigidos pelo Estado português.

Assim, a Assistência Social portuguesa retirou as crianças de seus pais biológicos e as enviou a um orfanato. No caso dessas crianças, o orfanato era mantido pela Universal. Ali eram acolhidas crianças em situação de risco encaminhadas por hospitais, pela Assistência Social, pela Polícia e pela Justiça de Portugal.

A própria Justiça avaliou os pedidos de adoção e concedeu a quem julgava mais capacitado para criar as crianças. Também foi a Justiça que autorizou a viagem delas aos Estados Unidos.

Tudo está registrado nos processos de adoção do Tribunal de Família e Menores de Lisboa, capital do país.

Todas essas fake news, movidas pelo ódio religioso contra a Universal, apenas comprovam o desespero do mal ao ver o bem sendo feito. E mais uma vez fica provado quem está falando a verdade.

Para saber mais sobre os casos assista à reportagem especial abaixo:

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