Entrelinhas: a verdadeira força feminina

Veja como foi o programa, transmitido no último domingo, 10 de março, pelo Univer Vídeo


Por Andre Batista / Foto: Reprodução

O programa Entrelinhas, transmitido no último domingo (10), reuniu cinco mulheres fortes para falar sobre o poder da mulher. Cristiane Cardoso, Viviane Freitas, Eliana Oliveira, Elizabeth Marques e Nanda Bezerra fizeram um programa especial pelo Dia Internacional das Mulheres.

Já no início do programa, foi destacado o motivo pelo qual Deus criou a mulher. Em hebraico, idioma no qual o livro de Gênesis foi escrito, o termo que define a mulher é “ezer-kenegdo”. Essas palavras, porém, não têm tradução exata na língua portuguesa.

Assim, o Entrelinhas explicou toda a importância dada à mulher nessa descrição:

“Ezer” significa prestar auxílio, socorrer, salvar. Inclusive, em diversas passagens essa palavra é utilizada quando o próprio Deus está salvando a humanidade.

Já “kenegdo” faz referência a alguém forte, que estará ao lado na batalha. Não um ser inferior, mas uma guerreira pronta para a batalha.

A mulher é, portanto, alguém capaz de ver aquilo que o homem não enxerga, de alertar e ajudar o homem a fazer o que ele não poderia fazer sozinho.

Mulher: a força que o homem não tem

A escritora Cristiane Cardoso, autora do livro “A Mulher V – Moderna à Moda Antiga”, ressaltou a passagem bíblica que mostra Deus fazendo a mulher da costela de Adão, não da terra, como havia feito o homem.

Deus fez essa escolha para mostrar que homem e mulher formam uma só carne, uma só pessoa:

“Quem não conhece o termo bíblico original e seu significado acredita que a mulher é auxiliar. E isso faz parecer ser alguém inferior. Faz achar que quem manda, quem se destaca é o homem.”

Mas isso não é verdade. A natureza diferente da mulher existe não para que haja atrito, mas para que haja complemento.

“A mulher veio para somar com a força oposta, veio para mostrar o que tinha de diferente e Adão não tinha”, destacou Eliana.

Para que essa força seja demonstrada, a mulher não pode vestir a máscara de emotiva. Ao contrário, deve usar a razão.

“A mulher que Deus criou não é uma mulher emotiva”, afirmou Elizabeth. “A mulher que Deus criou é forte, ela é racional. Ela usa a racionalidade dela e toma atitudes guiadas pela fé, fé inteligente. Ela pensa antes de agir”.

Para saber mais sobre como utilizar esse poder que toda mulher tem,clique aqui e assista à íntegra do Programa Entrelinhas no Univer Vídeo.

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