A febre amarela está de volta

E quem disse que ela foi embora? A OMS alerta para a possibilidade de mais um surto no País. Confira o que fazer para ficar protegido


Por Marcelo Rangel / Foto: iStok / Arte: Eder Santos

Desde 2016, dois grandes surtos de febre amarela atingiram o Brasil, causaram mortes e a necessidade de mobilização das autoridades para a vacinação emergencial.

A doença não vem sendo muito noticiada, o que é curioso, ainda mais no verão, quando a quantidade de mosquitos aumenta por causa das chuvas e do calor. Mas o alerta veio da Organização Mundial de Saúde (OMS), que emitiu um comunicado indicando a possibilidade de ocorrer o terceiro grande surto no Brasil. Foram 36 casos notificados entre dezembro de 2018 e janeiro deste ano somente nos Estados de São Paulo e Paraná.

A febre amarela é causada por vírus, transmitido por picadas de mosquitos, principalmente o Aedes aegypti (o mesmo que também transmite dengue, zika e chikungunya) e o Haemagogus, tipos comuns de pernilongos.

Os principais sintomas são febre, dor muscular, náuseas, vômitos, diarreia, fotofobia, fraqueza e perda de apetite. Geralmente, eles diminuem depois de três ou quatro dias, mas, em alguns casos, a doença pode se agravar 24 horas após o suposto fim desses sintomas iniciais. Explicando melhor: volta a febre alta e surgem icterícia (pele e olhos amarelados), urina escura, hemorragia em vários graus, dores abdominais, delírios, convulsões e risco de coma.

A melhor forma de não ser atingido pela febre amarela é tomando a vacina, disponível gratuitamente na rede pública de saúde, nos postos e em hospitais especializados em infectologia e epidemiologia.

Algumas pessoas têm medo de efeitos colaterais da vacina, mas, além de não serem frequentes, são poucos, embora até possa haver dor no local da injeção, dor de cabeça e febre, entre cinco a dez dias após a aplicação. Em caso de qualquer outro sintoma, procure ajuda médica imediatamente.

No mesmo alerta publicado, a OMS avisa que o vírus tende a se espalhar em direção ao sul do Brasil e em áreas com baixa imunidade populacional (com menos de 80% da população vacinada).

Se for viajar, fique atento. Devem se vacinar os passageiros que vão se deslocar para Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás (inclusive o Distrito Federal), Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Tocantins, Santa Catarina e São Paulo.

A melhor prevenção é a informação. Vale a pena saber o que é real e o que não passa de boato, segundo dados do Ministério da Saúde e da OMS. Confira na ilustração e proteja-se!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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