Cigarro eletrônico não é cura para o vício

Estudos comprovam o perigo do aparelho


Por Andre Batista / Imagem: iStock

Na última década o cigarro eletrônico ganhou milhões de adeptos. Essas pessoas acreditaram que ele é uma alternativa saudável ao tabagismo ou um caminho para se livrar da dependência de uma vez.

Entretanto, não é o que os estudos apontam. As pesquisas sobre o cigarro eletrônico não demonstram benefícios do aparelho. Ao contrário, apontam riscos que ele pode trazer à saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) defende que esse tipo de aparelho prejudica drasticamente o coração, o pulmão, a bexiga e o estômago. Isso mesmo quando usado apenas por dois meses.

Os riscos são tantos que o governo brasileiro, em 2009, proibiu a comercialização, a importação e a propaganda de qualquer dispositivo eletrônico para fumar. Infelizmente, porém, é muito fácil vê-los nas ruas.

Como funciona o cigarro eletrônico

Atualmente existem quase 20 milhões de fumantes no Brasil. Parte desses fumantes aderiram aos cigarros eletrônicos, especialmente os jovens, mas isso não os torna mais saudáveis.

O cigarro eletrônico se diferencia do comum por não queimar tabaco. É essa queima que produz milhares de substâncias tóxicas proporcionando o infarto e o desenvolvimento de cânceres.

Os fumantes, portanto, pensam que estão protegidos. Mas não é verdade.

O cigarro eletrônico aquece suas substâncias a 350ºC, temperatura alta o suficiente para formar substâncias potencialmente tóxicas, como acetaldeído e acetona.

Ademais, o próprio ato de sobrecarregar o sistema respiratório fumando qualquer substância causa prejuízos enormes à saúde como um todo.

Assim sendo, substituir os cigarros comuns pelos eletrônicos não diminuem os danos ao organismo, nem aumentam as chances de abandonar o vício. Apenas troca uma dependência química por outra.

A verdadeira cura

Em vídeo publicado no Youtube, o Bispo Rogério Formigoni explica que o vício “é um espírito que domina a mente, domina os pensamentos, que fala na boca do viciado, que anda através dele dizendo e falando como ele tem que agir, como ele tem que falar”.

Por isso, tantas pessoas focam na cura do organismo, mas falham ao se livrarem da dependência. Elas não deram atenção à questão espiritual.

Para o Bispo, “arrancando esse espírito muda a mente, muda o coração, muda tudo”. Assim, o viciado se liberta.

Isso só é possível, porém, utilizando a fé em Deus. Portanto, se você precisa se libertar de uma dependência, seja ela qual for, participe do Tratamento Para a Cura dos Vícios, na Universal mais próxima de sua casa.

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