Um passado cheio de frustrações sentimentais

Em meio ao sofrimento, Caroline nunca se esqueceu das palavras que escutou na infância


Por Camila Dantas / Fotos: Cedidas

Carolina Rodrigues, de 22 anos, cresceu sem os cuidados de seus pais, o que resultou em traumas e complexos. “Fui criada pela minha avó. Passamos necessidades, perdemos nossa casa. Tive uma infância conturbada e sem perspectivas de futuro.”

O seu maior sofrimento começou quando ela passou a se relacionar com um homem 15 anos mais velho, que a apresentou ao mundo das drogas. “Eu fui morar com ele, que me forçava a fumar maconha antes de termos alguma relação. O ciúme dele era tão doentio que eu não podia nem sair de casa.”

Depois de sofrer muitas agressões físicas, Carolina decidiu colocar um ponto final na situação. A partir de então, o que estava ruim ficou ainda pior. Ela entrou em depressão e tentou o suicído várias vezes. Jogou-se de escadas e consumiu inúmeros remédios. “Mesmo achando que ali era meu fim e não tinha mais jeito, me lancei de cabeça no que era errado. Entrei para a vida da prostituição e me relacionei com centenas de homens. Também frequentei casas de swing.” 

Carolina vivia da prostituição e levava uma vida de aparências e mentiras. “Saía com muitos homens casados, o que resultou na destruição de muitos casamentos. Quando eu estava rodeada de pessoas, era feliz, mas, quando estava sozinha, tinha nojo de mim mesma”, afirma.

Ela achava que Deus não iria mais aceitá-la e que tudo iria acabar daquela forma. “O vazio era imenso. Eu poderia ter tudo, mas, no fundo, tinha a certeza de que não teria nada sem Jesus”, diz Carolina.

A jovem carregava muitas frustrações sentimentais e insistia em preencher a carência e o vazio que tinha de forma equivocada. “Com três meses me relacionando com outro homem, tatuei o nome dele no meu braço. Já estava ficando fascinada e a ilusão era tanta que larguei tudo novamente. Fui abandonada quando ele conheceu o meu passado.”

Diante de mais uma ilusão, ela consumiu muita bebida alcoólica e foi parar em um hospital. “Me vi com 20 anos, sem futuro, sem família, sem apoio, sem ninguém e completamente descrente da da vida”, conta.

Com o histórico que carregava, a jovem decidiu voltar ao local que havia conhecido na infância: a Universal. Lá, ela sabia que encontraria a Palavra de que precisava. “Eu achava que Deus não me aceitaria pelas minhas atitudes. Depois eu pensei que, da mesma forma como eu me entreguei a tudo o que era errado, eu poderia me dedicar a Deus”, recorda.

Seu interior e suas atitudes, aos poucos, foram transformadas. “Ao nascer de Deus, mudei meus pensamentos e passei a ter nojo do que fazia. Minha vida foi transformada e descobri o Verdadeiro Amor. Sou completa, feliz, tenho paz e Deus me proporcionou o casamento que sempre sonhei”, finaliza.

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