Ela enfrentou uma doença grave aos 5 anos

Geovana Pereira da Paixão Santos foi diagnosticada com leucemia. Entenda como a fé foi essencial para dar um basta na doença


Por Maiara Máximo / Fotos: Demetrio Koch e Cedidas

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que entre os anos de 2018 e 2019 sejam diagnosticados aproximadamente 6 mil casos novos de leucemia em homens e 5 mil em mulheres. Cerca de 40% dos casos acontecem em adultos. Mas há um dos tipos da doença, que é a leucemia linfoide aguda, cujos riscos de acometimento são maiores em crianças de até 5 anos.

Foi o que aconteceu com a pequena Geovana Pereira da Paixão Santos, de 8 anos (foto a esq.), filha da auxiliar de enfermagem Débora Pereira Sobrinho da Paixão, de 36 anos (foto acima). Em março de 2017, época em que a doença foi descoberta, Geovana tinha 5 anos. No mesmo dia em que recebeu o diagnóstico, ela passou por uma especialista e foi encaminhada ao hospital para que o tratamento fosse iniciado.

Débora, que já frequentava a Universal havia 16 anos, conta que a médica enfatizou que a doença era considerada terminal. “A médica perguntou se eu tinha fé. E eu respondi que a única coisa que me restava naquela situação era a fé. Então, ela disse para que eu me apegasse a Deus, mas que a equipe médica faria de tudo para salvar a Geovana.”

O tratamento
Geovana precisou ficar internada para fazer a quimioterapia intensiva no hospital e receber acompanhamento. Entretanto, Débora não buscou somente o tratamento médico, mas também o espiritual. “Nós começamos o tratamento espiritual no Templo de Salomão, toda terça-feira. Tudo o que o homem de Deus falava para fazer eu fazia. Passei a levar a água consagrada com a gota do milagre todos os dias no leito do hospital para a Geovana.”

Débora, que ficava o tempo todo com a filha no hospital, somente saía de lá para participar das reuniões de cura. Depois de cinco meses de internação, a menina recebeu alta para passar o fim de semana em casa com a família. Débora aproveitou para levá-la ao Templo de Salomão.

No terceiro dia em casa, ela começou a ter febre e voltou a ser internada. Apesar da médica falar que Geovana não estava bem, Débora não desanimava: “não desisti, nunca deixei de crer e depois de uma grande corrente de oração Geovana passou a reagir melhor ao tratamento”, afirma.

A solução
Naquele mesmo ano, no mês de setembro, Geovana fez novamente o mielograma – exame em que é feita punção e coleta do sangue da medula óssea para verificar como está a produção do sangue e identificar doenças. “O resultado deixou os médicos espantados. A médica disse que a minha filha estava curada e que não tinha mais nada. “O sangue dela está limpo. Até mais limpo do que o meu”, relata Débora.

Geovana deixou de fazer a quimioterapia e retirou o port-a-cath, um cateter implantado para que haja infusão de medicamentos com qualidade durante o tratamento. Débora relata que a melhora de Geovana foi tão surpreendente que nunca mais a menina voltou ao hospital.

A partir daquele dia, a menina provou para todos que é uma criança saudável. Segundo Débora, “nem gripada ela fica”. Ela declara que Geovana ainda passa todo mês por consulta e realiza exames de rotina. “Todas as vezes, os resultados dos exames são excelentes”, conclui Débora.

A auxiliar de enfermagem diz que todas as pessoas que acompanharam o caso da filha dela ficaram surpresos com o que viram. Ela garante que sempre teve certeza de que o Senhor Jesus curaria a menina. “Mesmo com a cura da Geovana, permanecemos firmes na corrente da terça-feira, pois somos gratos a Deus e à fé que transforma”, completa.

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