O que fazer em caso de insolação?

Exposição excessiva ao sol pode se tornar grave. Tratá-la corretamente pode salvar vidas


Por Marcelo Rangel / Foto: Fotolia

A insolação é causada pelo excesso de exposição ao sol e ao calor forte. É muito comum no intenso verão brasileiro e pode acontecer em decorrência da prática de atividades ao ar livre. Bastante associada ao clima quente e seco, também pode ocorrer em ambientes úmidos. Por isso é importante saber identificá-la para tratar a vítima a tempo.

Segundo o Ministério da Saúde e os alertas de prevenção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), os primeiros sintomas de insolação são dores de cabeça, tontura, náusea, pele quente e seca, pulso acelerado, temperatura elevada, distúrbios visuais e confusão mental.

Com mais tempo de exposição ao sol, podem ocorrer sintomas mais graves, incluindo respiração rápida e difícil, diarreia, febre, palidez, sensação de fraqueza, desmaio e extremidades (área das mãos e dos pés) arroxeadas. É de extrema importância procurar uma unidade de saúde imediatamente.

As consequências mais sérias podem ser queimaduras, desidratação grave e até mesmo coma. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas correm mais risco de sofrer efeitos colaterais graves se ficarem muito expostos ao sol e ao calor.

Dias ensolarados
A insolação pode acontecer em situações inesperadas e não só quando se está na praia, na piscina ou durante qualquer outra atividade de lazer em áreas externas. Quem dirige ou mesmo fica parado em um veículo em dia de sol muito forte, por exemplo, pode ser vítima.

Mas muita atenção: lembre-se de que muitos médicos dizem que não existe dia sem sol. Mesmo quando está nublado, a incidência da luz solar, ainda que filtrada e “disfarçada” pelas nuvens, é perigosa. Não deixe de usar um filtro solar adequado à sua pele. Cuide-se.

O que fazer

  • Remova a vítima para um local fresco, à sombra e ventilado;
  • Tire o máximo possível de peças de roupa dela;
  • Se ela estiver consciente, mantenha-a em repouso e recostada (com a cabeça elevada);
  • Ofereça bastante água fria ou gelada. Na ausência de água, pode ser qualquer líquido não alcoólico;
  • Se possível, borrife água fria em todo o corpo da vítima delicadamente;
  • Aplique compressas de água fria na testa, no pescoço, nas axilas e na virilha;
  • Assim que possível, mergulhe a pessoa em água fria ou envolva-a em panos ou roupas encharcadas;
  • Em casos graves, procure atendimento médico de emergência.

Fontes: Ministério da Saúde e DNIT

Tão importante quanto cuidar é prevenir

  • Evite permanecer sob o sol nos horários mais quentes do dia (entre 10h e 16h);
  • Beba mais líquido do que sua sede pedir, mas evite bebidas alcoólicas, pois elas desidratam o corpo;
  • Não fique ao sol desnecessariamente ou fique o mínimo possível;
  • Use roupas leves e claras, de preferência de algodão;
  • Consuma alimentos mais leves, como frutas e verduras.

Fontes: Ministério da Saúde e DNIT

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