Em Roraima, voluntários orientam presos para ressocialização

Programa social vai acompanhar 40 presos que se comprometeram a largar o crime


Por Unicom / Fotos: Cedidas

Palco de várias tentativas de fugas, conflitos entre facções criminosas e fugas nos últimos anos, a Cadeia Pública de Boa Vista, em Roraima teve um domingo (27/01) de calmaria e reflexão. Setenta voluntários do programa EVG (Evangelização) da Universal entraram no local para oferecer suporte psicológico e serviços sociais aos detentos e aos funcionários do presídio. O evento também contou com o apoio de voluntários da Universal nos Presídios (UNP) e da UniSocial, programa que desenvolve ações com os voluntários de todos os programas sociais da Universal.

Quatrocentos e cinquenta presos foram atendidos com almoço especial, serviços de cabeleireiro e enfermagem. Ao final dos atendimentos, eles agradeceram aos voluntários, reconhecendo que foram tratados com muita dignidade e respeito. ”Eles perceberam que nosso objetivo não é julgá-los, mas sim, oferecer ações para ajudar quem quiser largar o crime”, conta o pastor Ailton Duarte Oliveira, responsável pelo programa EVG em Roraima.

Ele destaca que o trabalho consiste em levar os presos à reflexão sobre os crimes que cometeram e ao entendimento de que nesse período precisam se regenerar para quando voltarem ao convívio social não se tornem reincidentes.

Durante o evento, que aconteceu entre 13h e 17h, foram servidas 1.200 refeições numa mesa farta de frutos e sucos. De acordo com Oliveira, 40 detentos se comprometeram a abandonar a criminalidade e serão acompanhados pelos programas sociais EVG e UNP.

“Orientamos a eles que a liberdade não é só a física, mas na mente deles também. Quando eles entendem isso, após saírem da cadeia, nunca mais irão cometer os mesmos crimes”, comenta o responsável pela Universal no estado, Bispo Freitas.

Além da EVG, os voluntários do programa Universal nos Presídios (UNP) levaram a experiência que possuem no atendimento a detentos nos presídios de Roraima e do Brasil, promovendo ações sociais que preparam os presos para a ressocialização, como preparação de currículos e orientação para entrevistas.

3º maior confronto entre presos no Brasil aconteceu em Roraima

Em 6 de janeiro de 2017, 33 detentos morreram no massacre na Penitenciária Agrícola do Monte Cristo, sendo que 30 foram decapitados. As cenas de selvageria dentro da unidade prisional foram filmadas pelos próprios presos, que divulgaram um vídeo em grupos de conversa por aplicativo de celular.

Este confronto entre presos no estado, fica atrás apenas do massacre do Carandiru, em São Paulo, onde 111 detentos foram mortos durante rebelião, e da carnificina no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), 1ª de janeiro de 2017, quando integrantes da facção Família do Norte (FDN) mataram 56 presos do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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