“Eu não me comovia com o choro da minha mãe”


Por Kelly Lopes / Fotos: Reprodução / Demetrio Koch

Uma criança mimada pelos pais, que estudou nas melhores escolas e sempre teve do bom e do melhor. É assim que a mercadóloga Pamela Araujo de Arruda, de 20 anos, descreve a si mesma desde a infância. Seus pais projetavam um excelente futuro para ela, mas, apesar de ela ter razões para ser a primeira da turma, na adolescência começou a apresentar comportamentos rebeldes, como cabular aulas e mentir para eles.

Aos 13 anos ela já frequentava baladas, aos 14 passou a ingerir bebida alcoólica e aos 15 fez muitas amizades que a influenciaram de forma negativa. Também foi nesse período que lhe apresentaram o cigarro e a maconha.
Pamela conta que só pensava em curtição e, com isso as brigas em casa aumentaram. Seus pais eram contra suas inúmeras saídas. Nessa mesma época ela conheceu o ex-namorado, que também era usuário de drogas.

Ficaram juntos durante quatro anos e foi um relacioamento marcado por idas e vindas. E, segundo a jovem, a cada volta ela usava mais drogas, como maconha, lança-perfume, ecstasy, LSD, além de muito álcool e cigarro.

Ela se recorda que esporadicamente frequentava as reuniões da Universal com a mãe. Ela tinha consciência do que era certo e errado, mas nunca deu importância às mensagens que recebia.
Aos 18 anos, depois de uma grave discussão com os pais, ela saiu de casa e foi morar com uma amiga. Seu objetivo era curtir a vida sem dar satisfação a ninguém. “Foi nessa fase que eu fiz os meus pais sofrerem mais e me tornei uma pessoa fria, já que não me comovia com o choro da minha mãe. Para marcar minha ‘liberdade’ fiz algumas tatuagens, sendo uma na metade do braço, pois queria chamar atenção”, disse.

No período que ficou fora de casa, a jovem chegou a usar cartões clonados e a praticar pequenos furtos para se manter. “Eu não precisava disso.Tinha tudo na casa dos meus pais, nunca tinha me faltado nada, mas eu escolhi aquilo.” Por insistência da mãe ela voltou para a casa dos pais, mas com a condição de que continuaria com a vida de baladas.

A cena que a marcou

Um fato que marcou a jovem aconteceu durante uma festa. Ela estava acompanhada por amigas que eram garotas de programa e que gostavam de desfrutar de tudo que o luxo e o dinheiro proporcionavam. Nesse dia os convidados usaram muita droga, uma moça teve convulsões e, apesar de ter sido rapidamente levada ao hospital, veio a óbito. “Fiquei dias pensando que aquilo poderia ter acontecido comigo”, disse.

Mudando de vida

Sem achar sentido para sua vida, ela se recordou das mensagens que ouvia na Universal. Decidiu então voltar a frequentar as reuniões e compreendeu que para ser feliz tinha que tomar uma atitude e deixar no passado a vida que estava levando.

“Eu era vazia e depressiva, tinha vários pensamentos de suicídio e, mesmo cercada por pessoas nas baladas, sentia solidão. Precisava mudar. E a mudança aconteceu quando decidi que não queria mais a vida que eu levava. Me batizei nas águas, me afastei de muitas pessoas. Deus estava de braços abertos para me receber e foi quem me deu forças para construir uma nova história”, assegurou a jovem. Ela teve a vida transformada e hoje é feliz.

Pamela tem paz interior, se dá muito bem com os pais e não depende de nenhuma substância química. Seu maior desejo é que as pessoas que se encontram em situação semelhante à que ela viveu creiam que em Deus existe uma nova vida para elas.

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