Ódio era tudo que Ana Júlia conseguia sentir pelos pais


Por Jeane Vidal / Fotos; cedidas

Apesar da pouca idade, a jovem Ana Júlia Lima da Silva, de 18 anos, sabe bem o que é sofrimento. Tudo começou quando o pai abandonou a família. Na ocasião ela tinha apenas 3 anos de idade.

Ana Júlia só voltou a vê-lo novamente aos 7 anos, quando ele buscou uma reaproximação. Todavia, por todos aqueles anos de indiferença, o estrago emocional já havia sido feito.

Nem mesmo a mãe escapou da repulsa da filha. A jovem não a perdoava por ter se separado do pai e por se sentir negligenciada, já que a mãe trabalhava demasiadamente. Por isso, não conseguia dar a atenção e o carinho que a menina necessitava. Diante desse quadro, ódio era tudo que Ana Júlia conseguia sentir pelos pais.

Sequelas do abandono

O tempo só fez com que o sentimento de rejeição e o complexo de inferioridade que Ana Júlia nutria crescessem dentro dela. A vontade de morrer era constante. “Eu tinha um vazio que não conseguia explicar. O abandono do meu pai e a falta de carinho da minha mãe me faziam sentir sem valor”.

Contudo, não foi somente Ana Júlia que sofreu sequelas do abandono. Na época, sua mãe teve uma forte depressão e, assim como a filha, chegou a pensar em suicídio. Mas, foi assistindo à programação da Universal na televisão que conseguiu vencer as crises.

No entanto, superada a depressão, vieram os problemas financeiros. Foi, então, que a mãe se lembrou da programação da Universal que costumava acompanhar e decidiu buscar ajuda.

A transformação interior

Ana Júlia tinha 11 anos nessa época e estava cada vez mais rebelde e desobediente. Em seus ataques de raiva ameaçava tomar veneno. A mãe, preocupada que ela cumprisse a promessa, dormia somente depois que a filha adormecia.

Foi assim que ambas chegaram à Universal.

O processo de libertação de Ana Júlia e sua entrega total a Deus foram rápidos. Em menos de um mês ela se batizou nas águas. O batismo com o Espírito Santo aconteceu 5 meses depois.

“Na Universal, aprendi a superar tudo aquilo que me maltratava por dentro. Assim, consegui alcançar a minha libertação. Hoje estou livre de tudo, sou feliz e tenho a verdadeira paz”, declara.

Sobre o ódio que sentia dos pais ela afirma que ficou no passado.

“Hoje eu amo a minha mãe. Procuro sempre fazer o melhor para ela. Estamos sempre juntas e somos melhores amigas”.

O relacionamento com o pai também mudou completamente. “Ligo para ele quase todos os dias. Antes, eu não conseguia falar que o amava. Hoje, eu falo direto”, ressalta a jovem.

O papel da EBI

Atualmente, aos 18 anos, com o interior totalmente transformado, Ana Júlia é obreira da Universal. Ela também atua como educadora voluntária da Escola Bíblica Infantil (EBI) e usa a sua história de superação para ajudar crianças que enfrentam os mesmos problemas que ela vivenciou no passado.

“Sempre gostei muito de crianças. Mas o que me motivou a ser educadora da EBI foi o meu testemunho. Pois, do mesmo jeito que eu cheguei, tenho certeza que também chegam outras crianças. Quero poder ajudá-las com a minha experiência e o meu testemunho”.

Saiba mais: Nova EBI do Templo de Salomão de portas abertas

O trabalho da Escola Bíblica Infantil (EBI) é desenvolvido em todos os templos da Universal. O objetivo é oferecer às crianças de 0 a 11 anos os cuidados necessários enquanto os pais participam da reunião.

Por meio de uma metodologia dinâmica e envolvente, os mais de 40 mil educadores da EBI têm como missão formar uma geração consciente sobre valores e responsabilidades, além de oferecer orientação e apoio aos responsáveis pelas crianças.

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