A luta contra um câncer no ovário


Por Kelly Lopes / Fotos: Cedidas

A comerciante autônoma Vanessa Andrade Santos Vieira, de 35 anos, foi ao hospital em maio de 2018 depois de sentir fortes dores na região do abdômen. “Eu sentia muitas dores na região pélvica e abdominais e sempre que passava no hospital era detectada infecção urinária, mas nada muito grave, mas as dores foram ficando mais constantes e intensas. Fui ao pronto-socorro com muita dor e, dessa vez, fiquei internada durante três dias e recebendo medicação à base de morfina para aliviá-la”, se recorda.

Vanessa conta que, no hospital, apesar de ter sido medicada, as dores não cessavam. Os médicos lhe disseram que não teriam o que fazer quanto ao caso dela e lhe deram alta. Familiares questionaram a equipe médica por ter liberado alguém naquele estado. Contudo os médicos lamentaram o ocorrido e garantiram à família que já haviam aplicado a dosagem máxima de morfina para aliviar a dor da paciente.

Depois, Vanessa foi encaminhada ao oncologista para realizar exames específicos. A suspeita era de que ela pudesse ter câncer no ovário. Depois de realizar duas biópsias, o diagnóstico foi confirmado: a comerciante estava com câncer no ovário e ele já havia se espalhado para o colo do útero. Para aumentar a preocupação, na vulva (conjunto dos órgãos sexuais femininos externos) apareceram cinco tumores – razão pela qual ela acabou sendo submetida à terceira biópsia.

Vanessa diz que transcorreram 40 dias até que o resultado saísse e que nesse período ela sofreu com as dores, pois a morfina que recebia parecia não fazer nenhum efeito. Ela se recorda que não conseguia dormir, pois, além das dores abdominais, as costas também doíam.

Com os resultados clínicos, ela foi orientada a fazer cinco sessões de quimioterapia. Os médicos foram claros quanto aos riscos causados pelo tipo de câncer que Vanessa enfrentava. Por isso, caso o tratamento não surtisse efeito, ela teria que remover por cirurgia o útero e o ovário.

Fé em ação
Vanessa já frequentava a Universal, onde presenciou vários casos de cura, inclusive de doenças semelhantes à dela. Ela conta que, embora tenha sofrido com as dores, em momento algum se desesperou. Ao contrário, passou a confiar mais em Deus e a se sentir mais próxima dEle por meio das orações que fazia.

Em paralelo ao tratamento, ela apelou para a fé, usando a água consagrada. “Eu agi a minha fé fazendo correntes de cura na Universal. Não faltava nenhum domingo, apresentava a água para Deus e bebia um pouco dela todos os dias, determinando que na próxima biópsia minha cura seria comprovada”, diz.

A cura
Seis meses após o diagnóstico e o uso da fé, além de seguir o tratamento, Vanessa ouviu do médico a materialização do pedido que havia feito para Deus. Ele disse que os novos exames e a biópsia mostravam que o ovário dela estava regenerado e o útero limpo. Também não restavam vestígios de câncer em seu corpo.

“O milagre de Deus na minha vida foi tão grande que eu não precisei fazer cirurgia. Para quem vivia à base de morfina, hoje em dia não tomo nenhum remédio e sigo bebendo a água consagrada. A fé foi meu principal remédio.”
Feliz e curada, Vanessa usa seu testemunho para mostrar o poder de Deus manifestado pela fé colocada em prática. “Aprendi muito durante o tratamento e me acheguei a Deus. Uma coisa é ouvir que é preciso ter fé e confiar em Deus; outra é você ter que viver isso tudo por ter uma doença.”

A doença

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de ovário é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado, pouco frequente e o com a menor chance de cura. Geralmente, cerca de 7% dos casos apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico.

Sintomas
Na fase inicial, o câncer de ovário não apresenta sintomas específicos. À medida que o tumor cresce, pode haver pressão interna, dor ou inchaço no abdômen, na pelve, nas costas ou nas pernas; náusea, indigestão, gases, prisão de ventre ou diarreia e cansaço constante. A presença de um desses sintomas não significa que a mulher tenha câncer, mas serve de alerta para que ela procure um médico.

Diagnóstico
É feito por exames de sangue específicos, bem como por ultrassonografia transvaginal. Baseado nos resultados, poderá ser solicitada, ainda, biópsia (feita por laparoscopia ou laparotomia) do tecido ovariano.

Tratamento
Pode ser feito por cirurgia, radioterapia e quimioterapia. A escolha vai depender das avaliações clínicas, como estágio do tumor, idade do paciente e se o tumor é inicial ou recorrente. Se a doença for detectada no início, é possível remover somente o ovário afetado.

Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse universal.org/enderecos .

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