Museu da Maconha é inaugurado em Las Vegas

Enquanto isso, Museu do Vício abre as portas em São Paulo. Entenda


Por Andre Batista / Imagens: Marcelo Alves e Reprodução

No dia 20 de outubro um museu um tanto inusitado foi inaugurado em Las Vegas, no estado de Nevada (Estados Unidos). Chamada “Cannabition Museum”, a fundação tem como objetivo fazer propaganda da droga que ainda é ilícita na maioria dos países.

De acordo com um dos fundadores, J.J. Walker, o museu serve para “desestigmatizar” o uso da maconha, ensinar sobre a erva e fazer com que a população “deixe de temer a planta”. As atrações do museu são financiadas por empresas do setor (nos EUA, alguns estados permitem o uso recreativo ou medicinal da maconha, o que movimenta o comércio) e somente pessoas com mais de 21 anos de idade podem entrar.

O mal que essa erva faz

Pessoas como J.J. Walker afirmam que o uso recreativo da droga não traz prejuízos, mas isso não é verdade. Assim como o cigarro ou a bebida alcoólica, a maconha também causa dependência, o que pode acarretar inúmeros problemas de saúde e de convivência com a família e a sociedade.

O uso da maconha causa, em curto prazo, perda da memória imediata, dificuldade em solução de problemas e tomada de decisões, perda de coordenação, falhas cognitivas, aumento da frequência cardíaca, alucinações e paranoias, pânico e impotência sexual.

Já no longo prazo, pode causar câncer, tosse crônica e problemas cardíacos, além de perda da imunidade. Além, é claro, da dependência química.

“Em vez de dar prazer para o usuário, a maconha dá um desprazer pela sua falta. É a síndrome de dependência”, explica o psiquiatra Arthur Guerra, em reportagem do Domingo Espetacular. “A pessoa precisa fumar para poder dormir bem à noite, precisa fumar para poder ficar relaxada no final do dia em relação ao trabalho estressante que tem, precisa fumar para poder se divertir com os amigos…”

Outro museu fala sobre drogas, mas com outro intuito

Enquanto Las Vegas inaugura seu museu-caça-níquel para enaltecer uma droga tão prejudicial, São Paulo leva ao público um museu que também fala sobre drogas, mas de uma maneira completamente diferente.

É o Museu dos Vícios, criado e mantido pela Universal. Nele estão expostos objetos que consumidores de drogas abandonaram com auxílio do Tratamento Para a Cura dos Vícios, como seringas, isqueiros e cachimbos.

O idealizador do projeto, Bispo Rogério Formigoni, contou à Folha Universal que “a ideia de criação do museu surgiu depois que diversas pessoas ‘enterraram’ seu passado de dependência ao descobrirem o poder de Deus. Foram pessoas que, por conta de algum vício, se autodestruíram e destruíram a família, mas decidiram mudar suas vidas”. (Leia a matéria na integra, clicando aqui)

Ao contrário do museu norte-americano, o paulista pretende demonstrar à população – em especial aos jovens – os males causados pela dependência, seja ela química, de jogos, medicamentos, internet ou qualquer outra. Para isso estão expostos objetos que viciados geralmente portam (mas não drogas ilícitas, obviamente), testemunhos e até mesmo peças de resina como a exposta ao lado, que mostra como é um pulmão saudável e um pulmão prejudicado pelo tabagismo.

“Estamos trabalhando simplesmente para que as pessoas saibam e compreendam o mal que as drogas fazem e também saibam que realmente existe cura, que é a fé. Esse é o objetivo do museu”, conclui o Bispo.

Para saber mais informações sobre o Museu dos Vícios e sobre o Tratamento Para a Cura dos Vícios entre em contato clicando aqui.

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