As reações a um cisto no ovário

Jakeline do Nascimento venceu o medo do diagnóstico e ficou livre do problema


Por Kelly Lopes / Fotos: Cedidas

A secretária Jakeline do Nascimento Kaminice, de 19 anos (foto acima), se assustou ao realizar um check-up e ser diagnosticada com um cisto no ovário direito, classificado como “sugestivo de cisto hemorrágico”. Apesar de não sentir dores nem outros sintomas, a jovem ficou bastante preocupada com os resultados de uma ultrassonografia pélvica, que revelaram a presença do cisto medindo, em volume, 41,9 centímetros. O mesmo exame mostrava que, para estar dentro da normalidade e não apresentar riscos à saúde, o cisto deveria medir de 3 a 11 centímetros.

Sem ter a presença dos pais ou familiares no consultório, Jakeline, a princípio, sentiu medo do diagnóstico e, ao mesmo tempo, teve pensamentos negativos. “Na hora do resultado, tive pensamentos ruins, como a possível piora do quadro e incerteza do que aconteceria, mas sabia que, se eu desse ouvidos a eles, só aumentariam minha preocupação e me trariam desespero. Ignorei os medos, pois dentro de mim eu já sabia qual seria a solução para aquilo.”

Lutando sozinha
Desde a infância, a jovem já frequentava com os pais as reuniões da Universal e, por isso, testemunhou a cura de inúmeras enfermidades, algumas até mais graves do que o diagnóstico que havia recebido. Ainda no consultório médico, ela decidiu não contar para ninguém sobre o cisto e resolveu usar a fé para alcançar a cura. “Não dei ouvidos ao medo e à preocupação que senti no momento, decidi crer em Deus e lutar sozinha com Ele pela minha cura. Se contasse para os meus pais, isso só causaria mais preocupações.”

Novo diagnóstico

Os primeiros exames feitos por Jakeline revelaram que seu ovário direito estava com um volume de 41,9 centímetros por causa da presença de um cisto que poderia ser hemorrágico. O normal seria até 11 centímetros. Depois do tratamento com a água consagrada a Deus, os novos exames mostraram que o cisto não existia mais e que seu ovário não tinha mais nenhuma alteração

A fé em prática
Guardando o sigilo sobre a enfermidade, Jakeline passou a usar a fé nas reuniões da Universal. Ela diz que seu “remédio” foi o tratamento com a água consagrada, realizado todos os domingos. “Eu não faltava nenhum domingo na Igreja e lá tomava da água apresentada a Deus em oração. Eu bebia com fé, crendo que meu corpo estava sendo limpo. Em casa, durante a semana, eu também tomava a água”, explica.

Ela relata que teve a fé despertada e passou a confiar em Deus depois de ouvir algo que o pastor disse no Altar. “Ouvi que a fé não é visível aos olhos, mas uma certeza. E que, quando a colocamos em prática o milagre acontece, a fé se materializa e a pessoa colhe os frutos. Foi com essa certeza que determinei minha cura e venci o medo que sentia”, diz.

A cura
Seguindo recomendações médicas, dois meses após a última consulta e com a certeza do milagre, Jakeline retornou ao consultório para refazer os exames e dar início ao tratamento médico. O especialista explicou que se a medicação que ele indicaria naquele momento não trouxesse resultados a jovem seria encaminhada para uma cirurgia.

Porém, ao receber os resultados, ela testificou a certeza que estava dentro dela: não havia mais cisto e não precisava mais de tratamento.

“A certeza em mim era tão grande que os meus pensamentos eram: ‘Deus me curou, eu não tenho mais nada, estou livre, verei minha fé materializada’ e assim aconteceu.”

Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse aqui.

* A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente

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