“A minha vontade era matar meu pai”


Por Andre Batista / Imagem: Reprodução

Skinhead: subcultura originada no Reino Unido nos anos 1960. Naquele período os grupos de skinheads eram formados por jovens que gostavam da mesma música e das mesmas roupas.

Com a crise econômica inglesa na década seguinte, muitos grupos skinheads passaram a adotar posturas políticas que pregavam o fascismo e o ódio a imigrantes e negros. Infelizmente, esses foram os grupos que chegaram às Américas, inclusive no Brasil, onde o ódio se estendeu, por exemplo, a nordestinos e latinos de países vizinhos, como a Bolívia.

Desde a década de 1980, são inúmeras as notícias de gangues desse segmento praticando vandalismo, atacando e até mesmo matando pessoas por motivos torpes, como a música que gostam ou a roupa que vestem. O que leva um jovem a entrar nesse submundo? Alex Navarra responde:

“Começou quando eu tinha 14 anos de idade. Eu era frustrado, tinha problemas em casa, não me sentia aceito pela sociedade no meu hall de amigos e aí eu conheci a gangue dos carecas”.

Alex conta que foi aos skinheads para desafiá-los. Na época, o adolescente praticava boxe e queria testar aqueles que tinham fama de mau. Em vez disso, fez amizade e se tornou um dos carecas.

“E aí me tornei um monstro, literalmente.”

Até mesmo o seu pai – por problemas familiares antigos – se tornou alvo da aversão de Alex. O rapaz lembra daquela fase: “Eu cresci com ódio do meu pai. A minha vontade era matá-lo”.

Foram vários anos praticando a violência gratuita, até que algo fez sua vida ser totalmente transformada. Assista ao vídeo abaixo e descubra o que fez com que Alex abandonasse a vida criminosa.

Caso queira participar das reuniões que acontecem, diariamente (em vários horários), na Universal, procure o endereço mais perto de você, clicando aqui. Em São Paulo, vá ao Templo de Salomão, na Avenida Celso Garcia, 605, bairro do Brás, zona leste da capital paulista.

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