Pedras preciosas diante do Altar do Templo de Salomão

Mais de 10 mil pessoas estiveram na segunda Vigília do Resgate realizada no local


Por Flavia Francellino / Fotos: Demetrio Koch

Basta entrar no Santuário do Templo de Salomão, em São Paulo, para perceber que no Altar há uma fileira de pedras coloridas. Nem todos sabem que elas remetem às pedras preciosas que compunham o peitoral da veste do sumo sacerdote e representam as 12 tribos de Israel. Algumas pedras do peitoral original eram topázio (Simeão), safira (Issacar), esmeralda (Judá), diamante (Zebulom) e ametista (Dã).

Assim como aquelas pedras tinham grande importância, diante desse Altar, muitas pessoas que se encontravam longe da presença de Deus entenderam o elevado valor de sua alma. Isso ocorreu no dia 14 de outubro quando aconteceu a Vigília das Pedras Preciosas. Ela teve início às 14 horas, foi conduzida pelo Bispo Sérgio Corrêa, responsável pelos obreiros do Brasil, e teve transmissão para todo o País por meio de videoconferência. Na oportunidade, os presentes puderam ainda participar da Santa Ceia.

Vidas valiosas
Se rubis ou diamantes valem alguns cifrões ao homem, a alma tem valor inestimável para Deus. Mesmo que o ser humano não seja perfeito e cometa erros, Ele está pronto para receber quem se arrepende de verdade, como o Bispo afirmou ao dizer que “Jesus estava morrendo de saudades e nunca desistiu de nenhum de nós”.

Ele também explicou que o resgate de uma alma perdida acontece desde o momento em que Jesus morreu na cruz e que “até aqueles que nunca pisaram em nenhuma igreja quando vêm para os braços de Jesus são resgatados.”

Ao ler Lucas 10.16, que cita que “Quem vos ouve a vós, a mim me ouve; e quem vos rejeita a vós, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que me enviou”, o Bispo frisou que não é Deus quem se afasta do ser humano, tampouco quem provoca a sua dor. E, em seguida, lembrou o que está escrito em Oseias 13.9: “A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de mim, o teu socorro”.

Ajuda
Em oração, o Bispo Sérgio determinou que o socorro se concretizasse em todos os lugares aonde o clamor chegasse. Foi o que aconteceu com a estudante Mayara Silva, de 26 anos, que participou do encontro em Itacoatiara, no Amazonas. Ela foi obreira por nove anos, mas se afastou por causa de uma decepção amorosa. Ela conta que desanimou na fé, mas percebeu o resultado de sua atitude: “não ganhamos nada quando nos afastamos de Deus. Tudo se transforma em tormento e até viver se torna um martírio”.

Para ela, o momento mais especial do encontro foi quando o Bispo Sérgio pediu às pessoas que fossem até o Altar. “Pude falar tudo que se passava dentro de mim. Senti a mão de Deus tirando todo sentimento ruim que existia e percebi novamente a paz que não sentia há muito tempo”, revelou. Ela enfatizou que seu desejo é permanecer na presença de Deus.

Ciladas
Ouvir palavras de quem se afastou e não se arrependeu do que fez tem ceifado a fé e a Salvação de muitos. Contudo vale lembrar que quando Lúcifer, que era anjo de luz, foi expulso do céu levou muitos consigo. “Lúcifer deve ter encostado em um anjo e falado: ‘Deus não é essa coisa toda não’”, exemplificou o Bispo. E continuou seu raciocínio alertando “desta forma, terça parte dos anjos começou a olhar a Deus com a visão turva. É dessa mesma maneira que quem está afastado age com vocês”.

O Bispo Sérgio falou ainda da importância de estar forte espiritualmente para vencer o “dia mal”. “Quantas vezes já falei para você, que é obreiro, se preparar para o dia mal? O dia mal é bíblico, ele vai chegar”, disse, completando que ele pode vir por meio de uma má notícia, de uma morte ou uma perda. No entanto, o Bispo ressaltou que a saída está em Efésios 6.10: “fortalecei no Senhor e na força do seu poder para ficarmos firmes contra as ciladas do diabo e resistir no dia mal”.

Manutenção necessária
Se quem se perdeu um dia agradeceu a oportunidade de ter sido resgatado, quem está firme tirou lições valiosas para manter seu foco. A microempresária Rosemeire dos Santos, de 47 anos, que serve a Deus há mais de 15 anos, é um exemplo. Hoje é levita no Templo e revela que “as vigílias e reuniões de obreiros se tornam um avivamento, uma renovação da fé e sempre trazem um alerta para que coloquemos nossa ‘barba de molho’”.

Ela salientou que a Vígilia ajuda as pessoas a não retroceder. “Quando abandonamos a nossa fé, é uma morte. A pior morte não é a morte física, mas a espiritual.”

Já a operadora de caixa Micheli Quintal Villar, de 32 anos, também levita, afirmou que a reunião foi um alerta do início ao fim e que participar desse tipo de concentração provoca uma autoanálise. “Vejo Deus mostrando onde posso me consertar e como conservar minha Salvação.”

Quem também contou sua experiência foi Raquel Barros de Oliveira, de 19 anos. Ela é obreira em Samambaia, em Brasília, de onde acompanhou a reunião. “A Vigília me despertou para estar sempre aos pés do Senhor Jesus, buscando mais a Ele”, relatou. Ela aproveitou para convidar duas pessoas que se encontravam afastadas. “Eram duas pedras preciosas que saíram maravilhadas, livres e decididas a retornar aos braços de Jesus”, finalizou.

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