Álcool mata 3 milhões por ano no mundo

Relatório da Organização Mundial da Saúde mostra que uma a cada 20 mortes é decorrente do consumo de bebida alcoólica


Por Marcelo Rangel / Fotos: Fotolia e Marcelo Alves

O consumo de álcool mata cerca de 3 milhões de pessoas anualmente em todo o mundo – uma em cada 20 mortes –, conforme relatório realizado e recém-divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A instituição revela que 2,3 bilhões de pessoas no mundo consomem bebidas alcoólicas em menor ou maior grau.

A OMS afirma que o álcool mata mais do que a aids, a tuberculose e a violência juntas. Ele representa pelo menos 5,3% das mortes anualmente, sendo que três quartos desses óbitos são de homens. Segundo consta no relatório da organização, “o peso global das doenças e danos causados pelo consumo nocivo (de álcool) é inaceitável, sobretudo na Europa e nas Américas”.

Dos 3 milhões de mortes causadas pelo consumo de álcool, 28% têm relação com acidentes de trânsito, atos violentos e suicídios. Distúrbios digestivos são o motivo de 21% delas, enquanto 19% estão relacionados a doenças cardiovasculares. A porcentagem restante engloba câncer, doenças infecciosas, problemas mentais e outros males físicos – passa de 200 o número de doenças ligadas ao consumo alcoólico.

Aumento previsto
Os números para um futuro próximo não são nada animadores: a OMS prevê que o consumo mundial de álcool nos próximos 10 anos aumentará, principalmente na área do Pacífico Ocidental, na Ásia e nas Américas.

E o alerta já foi dado: “é hora de fazer mais pela prevenção dessa séria ameaça ao desenvolvimento de sociedades saudáveis”, disse em comunicado oficial o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A redução do consumo alcoólico é ainda mais difícil pelo fato de as bebidas alcoólicas serem drogas lícitas, ou seja, não proibidas por lei, facilmente ao alcance até mesmo de menores de idade – sendo que, para eles, sim, a lei brasileira, assim como a de alguns países, proíbe a venda, a compra e o consumo.

Mesmo assim, menores de 18 anos sempre dão um “jeitinho” de conseguir beber em festas, com grupos de amigos que sejam maiores de idade ou até mesmo em casa, em muitos casos com a concordância dos pais ou responsáveis. A mídia de entretenimento também estimula o alcoolismo, apresentando a embriaguez de pessoas como algo “engraçado” em filmes, séries e novelas. As propagandas desse tipo de produto apresentam uma roupagem divertida, bem-humorada e muitas vezes incluem uma ideia de sofisticação, perfeitas “iscas” para seu público-alvo.

Há solução
A OMS alerta para a necessidade de um trabalho preventivo, mas, mesmo quando parece não haver jeito para quem já começou a consumir bebidas alcoólicas, existe, sim, uma solução. É o Tratamento para a Cura dos Vícios, realizado pela Universal, um projeto de amplo alcance social com resultados comprovados para viciados em drogas em geral e comportamentos viciantes (jogos, compulsão sexual, etc.).

Coordenado pelo Bispo Rogério Formigoni, ele mesmo resgatado do consumo de entorpecentes, o Tratamento é eficaz justamente por identificar a origem do vício, o que a OMS não reconhece em seu relatório: a questão espiritual. Quem é acometido por um vício é vítima de um espírito maligno que o impele a consumir drogas e, desse modo, a entregar sua vida à perdição.

Droga depressora
O álcool é uma droga extremamente depressora. Só que, por ser um vício lícito, as pessoas não se dão conta da destruição que ele pode provocar. Muitos já trocaram sua família, seus ideais e sua própria identidade pelo vício em álcool. Além disso, ele é a porta de entrada para as drogas ilícitas.

Segundo o Bispo, o álcool é uma droga que muda a personalidade, pois traz distúrbios psíquicos. “Quando uma pessoa é escrava do vício, de nada adiantam conselhos, chantagem emocional, remédios ou programas de reabilitação, porque o vício é um espírito. Ele domina a mente.”

Para o especialista, independentemente da substância, o espírito do vício escraviza o usuário e o faz definhar dia após dia fisicamente, na saúde e espiritualmente. “A pessoa vive em função daquela substância, abandona tudo o que realmente importa – como a família – e afunda num abismo.”

O Bispo Rogério Formigoni convida a todos os que estão nessa situação a conhecerem o Tratamento. Ele é gratuito e realizado aos domingos, na Universal da Av. Olegário Maciel, 1.329, no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte e em todo o Brasil. Confira os endereços e outras informações no site ou no Facebook.

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