Os dois lados da moeda


Por Rafaela Dias / Fotos: Antonio Cruz - Agência Brasil e Reprodução

No dia 7 de outubro os brasileiros foram às urnas decidir o futuro do País. Cada cidadão teve, em suas mãos, o poder de escolher um deputado federal, um deputado estadual, dois senadores, um governador e um presidente.

A disputa pelo governo de alguns estados e a presidência do País, no entanto, foram levadas a segundo turno. Para presidência, o brasileiro tem de um lado Jair Messias Bolsonaro (PSL), e de outro, Fernando Haddad (PT).

A decisão de escolher um representante para o seu País, é fundamental, por isso, faz-se necessário que o eleitor conheça as propostas dos presidenciáveis que desejam assentar-se na cadeira mais importante da nação.

Separamos alguns pontos do plano de governo de ambos os candidatos que disputam o pleito e destrincharemos em uma série de reportagens. Para tanto, consultamos os planos de governo de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad.

Nesta primeira reportagem da série, separamos o que os presidenciáveis desejam para o País. Logo nas primeiras páginas do plano de governo, ambos deixam claro quais são suas intenções.

Jair Bolsonaro revela seu anseio pelo novo e seu compromisso com os cidadãos brasileiros. “Propomos um governo decente, diferente de tudo aquilo que nos jogou em uma crise ética, moral e fiscal. Um governo sem toma lá-dá-cá, sem acordos espúrios. Um governo formado por pessoas que tenham compromisso com o Brasil e com os brasileiros. Que atenda aos anseios dos cidadãos e trabalhe pelo que realmente faz a diferença na vida de todos”, destaca o seu plano.

Fernando Haddad, por sua vez, abre seu plano com uma frase do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva – condenado há 12 anos e 1 mês de prisão, por corrupção e lavagem de dinheiro, dizendo: “Não adianta tentar parar as minhas ideias. Elas já estão pairando no ar, e não tem como prendê-las”.

E deixa claro as influências que o ex-presidente terá em seu mandato. “Lula é uma ideia e agora um plano de governo. Sua liderança traduz-se hoje em uma ampla frente política e social, capaz de tirar o brasil da encruzilhada histórica em que nos encontramos. Ou o país constrói o seu caminho para a democracia, desenvolvimento e a justiça social, ou afundará no rumo imposto pelo ilegítimo governo Temer e PSDB e sua maioria parlamentar, com apoio de setores da mídia e do empresariado”, aponta o texto com suas propostas de governo.

Desde a chegada de Lula até sua sucessora, Dilma Rousseff, o Partido dos Trabalhadores (PT) tem comandado o País há 13 anos. Em 2016, com a derrocada da presidente, por meio de impeachment, seu vice, Michel Temer, assumiu a presidência e toda a crise que permeia o País.

Os planos de ambos os presidenciáveis, podem ser encontrados no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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