“Eu cheirava cocaína na frente de qualquer pessoa”

Daniel Morais de Jesus quase perdeu a vida para as drogas, mas encontrou em Deus a chance de recomeçar


Por Camila Dantas / Fotos: Marcelo Alves

O paulistano Daniel Morais de Jesus, de 37 anos (foto acima), teve sua vida marcada pelo consumo desenfreado de drogas e álcool. Ele tinha paixão por rock-n’-roll e sempre frequentava bares que tocavam esse tipo de música com os amigos. Foi durante esses encontros que ele começou a consumir maconha. “Meu professor de geografia deixava de dar aulas às sextas-feiras para frequentarmos um bar em São Paulo onde ele me apresentou a maconha.”

Aos 20 anos, ele se casou e começou a ir a uma igreja evangélica. Mas, pouco tempo depois, conheceu um grupo de motociclismo. “Aquilo brilhou em meus olhos. Abandonei a igreja e não ligava para o meu casamento nem para os meus filhos. Minha atenção estava apenas no rock, em andar de moto e em ter várias mulheres. Foi quando entrei no vício da cocaína.”

Nessa época, Daniel era conhecido pelo apelido de Trovão. “Quando eu chegava, as pessoas já sorriam e falavam: ‘a droga chegou’. Eu conhecia todas as biqueiras da região e, onde eu chegava, em pouco tempo já encontrava o ponto de drogas mais próximo.”

Ele diz que era uma pessoa sem escrúpulos. “Eu cheirava na frente de qualquer pessoa, inclusive na calçada de um posto da Polícia Militar. Uma vez estava muito louco e dei uma facada em um integrante de um clube rival.”
Apesar de as pessoas o considerarem “o cara” e de ter muitos amigos, Daniel sentia um vazio interior. Então, ele recorria ao consumo de drogas mais fortes. “Sempre estava sozinho e triste. Por querer mais ‘loucura’, consumi crack.”

Depois dos 35 anos, ele aprendeu a fazer uma droga sintética, batizada como “droga zumbi” – uma espécie de cocaína turbinada. Essa substância acelerava o seu coração e aumentava sua adrenalina. “Ao usar essa droga, quase morri. Ali foi meu fundo de poço”, relata.

Em uma madrugada, enquanto usava drogas em casa, assistiu pela TV um pastor falar sobre vícios. Aquilo chamou sua atenção. “Ele dizia que o vício tinha cura e isso me deixou curioso”, conta.

Então, Daniel decidiu ir ao Tratamento para a Cura dos Vícios na Universal e logo viu sua mudança. “Depois da reunião, percebi que não tinha mais nenhuma vontade de usar drogas e até o cheiro me causava ânsia. Comecei a obedecer ao que era orientado.”

Deus, então, restaurou sua dignidade e o seu casamento e ele foi se tornando uma pessoa cada vez melhor. No dia 26 de agosto, encerramento do último Jejum de Daniel, ele recebeu o batismo com o Espírito Santo. “Agora, estou livre de todos os vícios, tenho paz e alegria. Sou um homem completo”, finaliza.

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