Do Apocalipse às Escolhas Certas

O Estudo das Escolhas Certas propõe uma reflexão entre o que você faz e o que você é. Afinal, quem tem sido você diante de Deus, dos homens e às escondidas?


Por Flavia Francellino / Fotos: Marcelo Alves

A premissa de que a vida é feita de escolhas está na boca do povo, mas parece que a decisão certeira é tomada apenas por algumas pessoas. Cerca de 7 mil pessoas se questionam e buscam respostas para seguir esse caminho semanalmente no Estudo das Escolhas Certas, que acontece todos os domingos, às 18h, no Templo de Salomão, em São Paulo, desde o dia 12 de agosto. Conduzido pelo Bispo Francisco Decothé, o encontro compartilha os segredos para ter uma vida bem-sucedida e mostra, pelo viés espiritual, como alcançá-la.

A reunião aborda o assunto desde a primeira oração que se destina à família, depois durante os conselhos dados aos pais e filhos e em um estudo específico, que tem como base o livro O Ouro e o Altar, de autoria do Bispo Edir Macedo. O Estudo das Escolhas Certas ocupa o lugar do Estudo do Apocalipse, que terminou depois de 93 semanas de aprofundamento no livro bíblico que narra os últimos dias da humanidade. Como ocorreu no estudo anterior, o novo também propõe muitas reflexões.

Motivos de sobra
Em entrevista à Folha Universal, o Bispo Decothé pontua que não há como desvencilhar um estudo do outro, já que a “Bíblia e principalmente o Apocalipse estão fundamentados na obediência a Deus”. Ele cita que, ao longo da leitura da Palavra de Deus, é possível perceber que Ele espera de nós “fidelidade, obediência, honestidade, caráter, transparência, humildade”, tópicos que serão abordados ao longo das semanas.

Os encontros mostram as consequências das escolhas, sejam boas, sejam ruins, e enfocam que há um poder disponível a todos: o de decisão. Outros temas também são tratados e o Bispo cita, entre eles, como constituir uma família feliz, acertar nas amizades e ter comunhão com Deus. Ele diz que o estudo também se destina àqueles que “não querem mais errar” e destaca que a obediência é o segredo capaz de direcionar o cristão às escolhas acertadas em sua vida.

Entrelinhas
O livro O Ouro e o Altar detalha questões que rondavam o sacerdócio nos dias do Senhor Jesus, como hipocrisia, ganância e valores deturpados, aspectos que também marcam a atualidade. “Assim como a Bíblia não entra em detalhes, senão seria difícil carregá-la por causa do grande número de páginas, o mesmo ocorre em relação ao livro O Ouro e o Altar. Por isso, há necessidade de se aprofundar e entender o que está nas entrelinhas”, argumenta.

O Bispo ainda ressalta que o ser humano tem tendência a valorizar mais o aspecto material do que estreitar o relacionamento com o que é Eterno. Ele disse também que, no decorrer dos anos, poderemos presenciar “o que as pessoas são capazes de fazer: matar, trair, destruir, escravizar, humilhar e pisar no que está abaixo dela, ou seja, muitos são inescrupulosos por causa do ouro”.

O estudo também fala da fé fingida e dos “aplausos” que muitas pessoas buscam. “Há os que desejam glória e fama e são capazes de colocar uma máscara para chegarem aonde querem, mas, como está escrito, quem planta, colhe”, diz. Ele ainda alerta que, nos encontros, será possível detectar “quem é quem”.

Até o fechamento desta matéria aconteceram quatro edições do Estudo das Escolhas Certas. Dentre várias lições ensinadas pelo Bispo Decothé, quatro foram separadas (veja ao lado) para ajudar o leitor a fazer algumas reflexões sobre a sua vida espiritual com Deus. Acompanhe a seguir.

Repreensões aos fingidos

O livro expõe a realidade dos escribas (doutores da lei), fariseus (religiosos) e saduceus (elite religiosa), que acreditavam que não tinham pecados. “Por isso, podiam julgar e condenar. E Jesus sabia que eles eram falsos”, disse o Bispo Decothé. Ele demonstrou o quanto Jesus foi severo com esse tipo de pessoa dissimulada. “Aos fariseus e publicanos, Jesus chamou de hipócritas, de sepulcro caiado, porque por fora eram bonitos, mas não por dentro. Já aos sofridos, Ele tratava com amor, como podemos ver no caso do paralítico: Jesus o chamou de filho.” (Mateus 9.2).

Apocalipse de agora

No capítulo 12 de Eclesiastes, lemos que “Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau”. No primeiro encontro, o Bispo explicou que tudo virá à tona mais cedo ou mais tarde. “Eu prefiro que venham todos os seus erros escondidos em vida, porque, se vier no dia do juízo, você irá direto para o inferno. É melhor você pagar aqui do que lá”, enfatizou.

Supersanto?

É comum associarmos longos períodos de jejum, orações e trechos da Bíblia memorizados com “ter vida com Deus”. Muitos se valem disso para exercitar a religiosidade. Isso também acontecia com os frequentadores do Sinédrio (assembleia religiosa). Embora arrotassem santidade – e julgassem as pessoas –, eles eram coniventes com os próprios erros. O Bispo ensinou que Deus não espera de nós “supersantidade”, mas integridade. “Todos pecamos. O que não podemos é viver no pecado.”

Quem te conhece que te compre

Há quem suspire: “Que perfeição! Que coisa linda!”, ao ver determinado casal cruzar os corredores da Igreja. Mas quem sabe como é realmente uma pessoa é quem convive com ela por trás dos bastidores, no dia a dia. O Bispo ampliou o raciocínio também para a área profissional, em que muitos líderes exigem honestidade dos subordinados, “mas seu funcionário sabe que você não é assim”. Ele completou dizendo que “você só pode cobrar aquilo que você é. Como diria minha avó: ‘quem te conhece que te compre’.” E ressaltou que “Deus conhece você também”.

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