Uma vida marcada pelo sofrimento

Beatriz Marinho ouvia vozes que diziam para que ela tirasse a própria vida. Depois de uma tentativa de suicídio, ela conheceu a verdadeira paz


Por Camila Dantas / Foto: Mídia FJU/Jd. Odete

Em 2014, Beatriz Jesus Marinho, de 46 anos (foto acima), entrou pelas portas da Universal com várias áreas da vida destruídas e sem esperança. Ela teve uma infância tranquila até a data que foi morar com sua mãe, na adolescência. “Me tornei uma pessoa muito revoltada pelo fato de minha mãe não gostar de mim. Então, a odiava. Isso gerou um vazio muito grande dentro de mim. Me sentia como se fosse um lixo”, explica.

Para fugir dessa situação, decidiu morar na rua. “Certa tarde, deixei meus irmãos com a vizinha e não voltei mais. Comecei a dormir pelas ruas, perto de bancas de jornais e ficava toda suja.” Por causa da fome e do desespero, fazia pequenos furtos em mercados para se alimentar. As humilhações se multiplicaram. “Cheguei a ficar em um bueiro, colocava caixas de papelão lá e me deitava. Por várias vezes cachorros urinavam e pessoas cuspiam enquanto eu estava lá dentro”, lembra.

Aos 16 anos, ela conheceu um rapaz em uma festa quando já estava alcoolizada. Durante o relacionamento, engravidou precocemente. Com isso, os problemas pioraram. O casamento foi marcado por muitas agressões físicas. “Casei para não perder a guarda da criança, mas foi algo combinado. Ele me dizia que quando eu completasse a maioridade me abandonaria”, diz.

Com o passar do tempo, Beatriz desenvolveu síndrome do pânico, depressão, visão de vultos, audição de vozes, muitos medos e insônia. A tentativa de suicídio foi seu fundo de poço. “Eu tinha visões e sonhos com pessoas conhecidas mortas em um caixão e, quando acordava, recebia a notícia de que tinham falecido.”

As vozes lhe diziam que ela não tinha mais chance de viver. “Um dia saí decidida a me jogar de um morro. Seria fatal, pois me jogaria de cabeça”, detalha.

Ela lembra que dois “anjos” a impediram de tomar essa atitude. “Dois obreiros da Igreja que me conheciam passavam no momento que pensei na morte. Eles me deram uma palavra de vida.”

A partir daí, Beatriz assumiu o compromisso de lutar pela mudança em todas as áreas. Há quatro anos, sua vida não é mais a mesma. “Hoje sei o que é ter paz e tranquilidade, pois meu interior foi preenchido”, conta.

Todos os traumas, complexos, medos, mágoas e problemas espirituais foram vencidos por ela. Além disso, ela tem um ótimo convívio familiar. “A minha vida hoje está completa. Foi uma transformação da água para o vinho”, finaliza Beatriz.

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