Os longos anos lutando contra o problema não a fizeram desistir

Conheça a história de Patrícia de Fátima dos Santos Moraes que persistiu até alcançar a cura

Por Maiara Máximo/ Foto: FJ/PARÁ

A recepcionista Patrícia de Fátima dos Santos Moraes, de 48 anos (foto acima), sofreu um acidente de trânsito em julho de 2011. Ela estava em um transporte coletivo quando o motorista cochilou, invadiu o meio-fio e o veículo acabou tombando. Patrícia lembra que bateu a cabeça de leve e achou que não precisava se preocupar. “Eu não senti nada no momento. Saí do ônibus com a ajuda dos outros passageiros e fui para casa.”

Felizmente não houve vítimas. Porém, com o passar dos dias, Patrícia começou a sentir fortes dores de cabeça e percebeu que não conseguia manter o pescoço ereto como antes. Por causa dessa situação, a recepcionista procurou o médico e o primeiro diagnóstico foi de que ela poderia estar com algum problema na coluna. Apenas foram indicadas algumas medicações.

Contudo, com transcorrer dos dias, outros sintomas surgiram, como perda de memória, tremores no corpo e falta de equilíbrio. Patrícia costumava ser uma pessoa ativa e se recorda de como sua vida mudou. “Eu não andava mais sozinha. Não conseguia nem fazer as atividades mais simples do dia a dia. Deixei de trabalhar e fui avaliada por um perito do Sistema Único de Saúde (SUS) que me orientou a procurar um neurologista para que pudesse ter um diagnóstico preciso.”

Patrícia realizou uma ressonância magnética e uma tomografia e ambas não constataram nada. Entretanto as dores persistiam e ela continuava a fazer uso de medicações fortes. Somente depois de realizar um mapeamento cerebral, em abril de 2012, ela obteve o diagnóstico correto.

Diagnóstico
O mapeamento mostrou que ela tinha lesões em algumas partes do cérebro e epilepsia. “O meu problema era grave e o médico disse que eu teria de tomar remédio todos os dias para o resto da vida. Mas eu passava muito mal com as medicações e por conta disso vivia entre a minha casa e o hospital”, recorda.

Passados três anos e ainda enfrentando a situação, as crises de epilepsia aumentaram. “Realizei vários exames de mapeamento cerebral durante esse período para acompanhar o desenvolvimento da doença”, explica.

Somente Deus
Patrícia, que já frequentava a Universal havia 15 anos com a família, sempre buscava pela cura nas correntes da Igreja. E nem os anos de luta contra o problema a fizeram desistir. “Sempre tive a certeza de que Deus iria me curar. Usava a água da gota do milagre para lavar a minha cabeça e tomava os remédios com ela”, relembra.

Mas o problema se agravou no dia 1º de janeiro de 2017. Naquela ocasião, Patrícia teve uma forte crise e foi internada. Ela passou 11 dias entubada e os médicos a desenganaram. “Me disseram que o meu cérebro estava morrendo. Quando eles saíram do quarto, apesar das palavras negativas, eu tive a certeza que Deus iria me curar. Não sei explicar, mas no mesmo momento encontrei forças, me levantei e tomei banho com a água da gota do milagre.”

Patrícia afirma que o médico ficou surpreso quando chegou no quarto e questionou o que tinha acontecido com ela. “Eu disse que Deus estava agindo na minha vida. O médico respeitou a minha fé, mas me disse que quando eu saísse do hospital ficaria em uma cadeira de rodas.”

Passados alguns dias, já em casa, porém sem andar, Patrícia recebeu a visita de uma obreira da Universal que lhe falou do propósito do fim do decreto, no qual o Bispo Edir Macedo determinaria que quem estivesse paralítico se levantaria. “Foi nesse momento que aceitei a cura. Pouco tempo depois pedi para que o médico fizesse outro mapeamento cerebral. Nele foi constatado que eu ainda tinha as lesões, mas acreditei que já estava curada e me mantive firme no propósito da gota do milagre.”

No dia 17 de janeiro deste ano, Patrícia realizou o último mapeamento cerebral e ele demonstrou que tudo estava dentro da normalidade. “Hoje estou curada e voltei a fazer todas as minhas atividades normalmente. Lutei por seis anos, conquistei a minha cura e só tenho a agradecer a Deus”, afirmou ela, que frequenta a Catedral da Universal em Belém do Pará.

Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse aqui.

* A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente

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