Pacientes com Alzheimer têm acesso a adesivo que trata a doença

Forma de aplicar a medicação promete menos efeitos colaterais. Saiba mais

Por Por Rafaella Rizzo / Foto: iStock

O Alzheimer é uma doença degenerativa do sistema nervoso e que acomete na maioria das vezes pessoas idosas, levando à demência e perda de funções cognitivas, como memória, atenção e linguagem. Sua causa também é desconhecida, mas a ciência já relacionou uma série de fatores que podem ajudar a desencadear o mal. “Medicamentos diversos, trauma craniano, estilo de vida, estresse, infecções, doenças imunológicas, câncer, altos níveis de colesterol e de homocisteína, obesidade e diabetes também são fatores de risco”, explica Maria Leitão Bessa, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz).

Recentemente, o Sistema Único de Saúde (SUS) divulgou a chegada de uma nova forma de tratamento para os pacientes: a rivastigmina em formato adesivo, que é aplicado sobre a pele e libera a medicação ao longo do dia. “Por não ter absorção no estômago, gera menos efeitos colaterais para o sistema digestivo e proporciona praticidade ao cuidador pelo fácil manuseio e garante que o paciente realmente recebeu a dose diária correta”, informa o site da ABRAz.

O Ministério da Saúde orienta que para retirá-lo os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e levar nas unidades responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio os seguintes documentos:

  • Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);
  • Cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;
  • Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;
  • Prescrição médica devidamente preenchida;
  • Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado;
  • Cópia do comprovante de residência.

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Recentemente, o Sistema Único de Saúde (SUS) divulgou a chegada de uma nova forma de tratamento para os pacientes: a rivastigmina em formato adesivo, que é aplicado sobre a pele e libera a medicação ao longo do dia. “Por não ter absorção no estômago, gera menos efeitos colaterais para o sistema digestivo e proporciona praticidade ao cuidador pelo fácil manuseio e garante que o paciente realmente recebeu a dose diária correta”, informa o site da ABRAz.

O Ministério da Saúde orienta que para retirá-lo os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e levar nas unidades responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio os seguintes documentos:

  • Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);
  • Cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;
  • Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;
  • Prescrição médica devidamente preenchida;
  • Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado;
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