O cristão “esquenta banco”

Entenda a importância de se posicionar e agir com sinceridade para ter um relacionamento verdadeiro com Deus



Por Por Ana Carolina Cury / Foto: Thaiprayboy/ Fotolia

Você já ouviu a expressão “esquentar o banco da igreja”? Infelizmente é isso que muitos cristãos têm feito quando o assunto é fé. Frequentam as reuniões semanalmente ou até mesmo diariamente e quem olha de fora até pensa que eles são de Deus, mas basta observar suas atitudes para entender que não são bem assim.

Essas pessoas mentem, falam palavrão, fazem fofoca a respeito da vida dos outros, devem dinheiro para pessoas próximas, não cumprem o que prometem, julgam os colegas, agem fora da Igreja como se não conhecessem a Deus, entre outras coisas.

Durante a sua observação, você pode se questionar quem é o pastor da Igreja que essas pessoas frequentam, com o intuito de tentar entender por que elas agem dessa forma. Mas, independentemente da Igreja que elas frequentam, nem o pastor nem o bispo são responsáveis pelo caráter delas, uma vez que o caráter é moldado de dentro para fora e não o contrário.

Há um ensinamento que diz que Judas teve o melhor pastor, o melhor professor, o melhor líder, o melhor sábio e o melhor amigo. No entanto ele falhou. O erro não estava no Senhor Jesus, mas na postura de Judas.

É possível observar muitas pessoas agindo como Judas agiu e culpando seus líderes espirituais. Só que o problema não é o líder, mas o aprendiz. É claro que é muito importante ter uma boa liderança espiritual, mas é preciso deixar claro que não é ela que dita o comportamento das pessoas. Então, muito mais relevante do que estar presente às reuniões é estar aberto para mudar, ouvir e obedecer à Palavra de Deus.

Cidadão do Reino dos Céus

Só há transformação quando há interesse e, sobretudo, sinceridade. Então, se você se identificou e quer mudar seu posicionamento em relação à fé a partir de hoje, o primeiro passo é ser sincero, como explica o Bispo Edir Macedo: “Quanto maior a sinceridade, mais pura é a fé. Por outro lado, quanto maior a insinceridade, mais impura é a fé. O sincero rasga a alma, joga limpo, não disfarça nem esconde a sua real intenção. Ele é o que é. Sim, sim; não, não. Tem uma posição bem definida diante dos seres humanos e de Deus. Por falta desse comportamento ético, a maioria dos supostos cristãos não vive a fé pura. A insinceridade deles acende a chama da dúvida. E, consequentemente, não há conquista”, explica.

E, quando se é sincero, se reconhece os erros e há arrependimento. E isso, segundo o Bispo Macedo, “envolve os seguintes passos de sacrifício: reconhecer seus pecados – portanto, tem de sacrificar o orgulho; confessá-los oralmente a Deus – isso destrói o orgulho; abandoná-los imediatamente – sacrificar a carne ou o desejo de voltar a cometê-los; odiá-los sabendo que eles vêm do inferno para matar, roubar e destruir. Note que o arrependimento não tem nada de remorso. Arrependimento diz respeito ao racional e remorso, ao emocional. Ninguém é perdoado na base do sentimento. Além disso, no remorso não há nenhuma atitude de sacrifício”.

Observe que para deixar de ser apenas um frequentador de Igreja e se tornar um verdadeiro cristão é preciso escolher um lado a seguir. Não existe jeitinho, meio- termo, nem “pecadinho” nem “pecadão”. O Altíssimo conhece cada um no seu mais íntimo e sabe se o desejo daquela pessoa é realmente segui-Lo ou apenas barganhar conquistas.

Por isso, se você quer ter um relacionamento verdadeiro com Ele e se tornar um cidadão do Reino dos Céus, deve agir e ser como o Senhor Jesus nos ensinou: (…) “bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-

aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus (…)” (Mateus 5:3-10).

Atitudes contrárias a essas, contudo, não vêm de Deus e sim do diabo. Entenda que a fé cristã é uma escolha, mas não é um caminho fácil a seguir. A fé exige sacrifício, disciplina, coragem. Não se pode viver com um pé na Igreja e outro no mundo. Não há como o Espírito Santo operar dessa maneira.

Então, se sua vida ainda não está do jeito que você gostaria, que tal buscar a Deus como nunca buscou antes? A misericórdia dEle se renova e traz uma nova chance para os sinceros que querem viver na prática o amor e a fé inteligente que Ele nos ensina. Pense nisso.

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