Ela venceu uma infecção hospitalar

Thais Cardanha Silva passou por seis cirurgias para a retirada de nódulos e sofreu uma contaminação



Por Por Maiara Máximo / Fotos: Marcelo Alves e Cedida

A empresária Thais Aline Cardanha Silva, de 30 anos (foto abaixo), descobriu um problema de saúde aos 17 anos. Ela percebeu algo estranho em seu corpo, fez um autoexame e sentiu um caroço na mama direita. Thais comentou o fato com a mãe, que a levou ao médico. Exames foram feitos e constataram que a adolescente estava com um fibroadenoma, um tipo sólido de nódulo não cancerígeno na mama, comum em adolescentes e mulheres com até 30 anos.

O fibroadenoma não demanda nenhum tratamento, entretanto, pode ser necessário removê-lo por meio de cirurgia. Isso aconteceu com Thais, que foi encaminhada para a retirada desse nódulo em 2005.

Dois anos depois de sua primeira cirurgia, em 2007, ela precisou novamente retirar outro nódulo que surgiu na mesma mama. Em 2009 precisou retirar, mais uma vez, outro fibroadenoma na mesma mama. “Na terceira cirurgia, optei por colocar próteses mamárias, pois precisaria retirar bastante margem de tecido mamário com o objetivo de cortar a ‘raiz’ do problema. Coloquei a prótese para equiparar o tamanho dos seios”, explica.

Thais relembra que a avó teve o mesmo problema e precisou operar sete vezes. Entre 2011 e 2016, a empresária fez mais três procedimentos cirúrgicos. No último, além de retirar o nódulo da mama direita novamente, ela trocou as próteses mamárias.

A notícia

A empresária, que sempre se recuperou bem dos procedimentos cirúrgicos, passou a sentir fortes dores no seio esquerdo depois de receber alta hospitalar. “Eu fiquei no hospital de um dia para o outro e, depois, fui para casa, mas comecei a ter dores no seio. Cinco dias depois, quando voltei para tirar os curativos, fiz novos exames e o médico não me deixou voltar para casa. Já fiquei internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).” Thais estava com infecção hospitalar.

Segundo o médico Ricardo Drummond, cirurgião plástico especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), a cirurgia de troca de prótese mamária de silicone e a retirada de um nódulo da mama no mesmo ato cirúrgico não implicam em maior risco de infecção, pois a cirurgia é no mesmo local.

Mas o especialista explica que, caso ocorra infecção hospitalar no pós-operatório, confirmada por sinais clínicos (como secreção purulenta), deve ser retirada a prótese de silicone e iniciado rapidamente o tratamento com antibióticos.

O médico afirma ainda que dependendo da intensidade e da agressividade da infecção – ocasionada por bactérias – a mama pode sofrer uma necrose. Nesse caso, o melhor procedimento é usar um dreno, que serve para evitar o acúmulo de secreções, como sangue.

Foi o que Thais precisou fazer. “O meu seio esquerdo corria o risco de necrosar. Foi nesse momento que fui encaminhada para o centro cirúrgico, para colocar o dreno e retirar todo o líquido da infecção. Existia ainda o risco de a infecção chegar ao sangue e se espalhar por todo o corpo. Daí eu correria risco de morte.”

Thais, que é casada com o também empresário Alan Silvano da Silva, de 31 anos, se desesperou com a notícia. No período, sua filha, Julia Cardanha da Silva, tinha apenas 1 ano e meio. “A minha situação afetou o meu marido, que, sozinho em casa, engordou 30 quilos. A minha filha começou a questionar onde eu estava. Foi uma fase muito difícil.”

O poder da fé

Thais já frequentava a Universal desde criança e começou a exercitar a sua fé. “Eu não entendia por que estava passando por tudo aquilo. Eu tinha contratado o melhor cirurgião, tinha feito todos os exames, mas tudo tem um propósito de Deus para a nossa vida e eu acreditei que sairia dali para voltar para a minha família.”

Thais ficou 13 dias internada e recebia visitas dos pastores que estavam em oração por ela. Enquanto isso, o marido fazia as Correntes de Cura na Igreja. Thais recebeu alta, porém precisava dar continuidade ao tratamento em casa, por 30 dias, com o auxílio de uma enfermeira. Ela precisou fazer tratamento por 20 dias em uma câmara hiperbárica – por meio dela, o paciente recebe oxigênio sob pressão, em várias sessões, até que ocorra a recuperação do tecido danificado.

Ela fez todo o procedimento médico, mas ressalta que a fé foi indispensável para a sua recuperação total. “Eu fiz tudo o que o médico orientou, mas me apeguei à fé e a cada dia eu via a mão de Deus agindo na minha vida, na minha saúde. Hoje estou 100% e sei que o Senhor Jesus me livrou da morte e restaurou meu corpo”, finaliza.

Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse aqui.

* A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente

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