A Carta de Alforria para todos



Por Por Rafaela Dias / Foto: Reprodução

A Carta de Alforria era um documento dado ou vendido aos escravos. Era ela quem garantia a liberdade de pessoas que viviam submissas aos seus senhores em trabalhos desumanos e altamente prejudiciais. Portanto, ela se tornou desejo de milhões de escravos, pois era apenas por meio dela que eles seriam completamente livres da exploração.

Até a Lei Áurea ser assinada pela Princesa Isabel, em 1888, e acabar definitivamente com a escravidão, este era o único meio dos escravos se verem livres do trabalho forçado. O que garantia a eles a tão sonhada liberdade.

Apesar de o tempo ter passado, ainda existe um tipo de escravidão que insiste em assolar a população de um modo geral, seja ela negra, branca ou de qualquer outra etnia. Foi sobre isso que o Bispo Edir Macedo falou neste domingo, 8 de julho, durante a reunião das 9h30, no Templo de Salomão, em São Paulo.

Para o Bispo, as drogas, o alcoolismo, as doenças e os problemas econômicos ainda seguem escravizando milhões de pessoas em todo o mundo. Estes problemas fazem com que o ser humano comece uma incansável busca por religiões que prometem findá-los, mas há apenas Um caminho para a liberdade.

“A Palavra de Deus não é nada mais que a Carta de Alforria para aqueles que creem. Ela livrou a minha alma e me fez livre. Antes, minha mente estava sujeita às doutrinas e imposições religiosas; depois que eu conheci a Palavra do meu Senhor, acabou. Quando Ele nos dá a Carta de Alforria, nos dá também o direito de raciocinar e fazer a escolha certa”, explicou o Bispo.

Para ele, além da liberdade, a Palavra de Deus também garante uma vida abençoada, desde que haja a prática dela. “Se você praticar esta Palavra, que é de Deus, duvido que algo dê errado. Duvido que você será pobre, que dependa de outras pessoas ou do Governo. Com esta Carta de Alforria você é livre para agir de acordo com a vontade de Deus, e se estiver de acordo com a vontade dEle, você vai arrebentar”, afirmou o Bispo.

De cabeça na Palavra

Veja o exemplo de Jacó: ele tinha uma família rica, mas teve que fugir de seu lar sem absolutamente nada, após ter recebido a benção da primogenitura que deveria ser entregue a seu irmão, Esaú (Gênesis 27). No entanto, mesmo diante de uma condição financeira precária, ele mantinha consigo as bênçãos que Deus havia prometido.

“Ele tinha a segurança e convicção que a promessa estava nele. A Palavra de Deus estava nele, e é nela que você tem que se apegar. O dia que você se apegar a essa Palavra e a colocar em prática, você não vai mais sofrer por causa de um amor não correspondido ou por uma traição. Quando muda a mente, tudo muda”, enfatizou.

O Bispo ainda afirmou que o fato de Jacó não largar a sua Carta de Alforria (Palavra de Deus), o fez seguir para o deserto crendo. Lá, deitou sua cabeça sobre uma pedra, o que na verdade representa a Palavra de Deus, ou seja, ele repousou a sua cabeça no próprio Deus. “Quando a pessoa coloca a Palavra em sua cabeça, não há inferno, olho grande, azar, não há ninguém que possa pará-la, pois o próprio Deus está com ela”, reiterou.

E mesmo que se levantem contra, pontuou o Bispo, isso tudo serve apenas para o crescimento de cada um de nós. “Quanto mais batem, mais a gente cresce. Como uma omelete, mas para isso, você precisa tomar posse. É preciso obedecer, praticar, crer e entregar a sua vida, deitar a sua cabeça em Jesus, que é a Pedra Fundamental”, concluiu o Bispo Macedo.

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