Dor e sofrimento ficaram no passado

Rayara Mesquita se libertou dos hábitos nocivos e descobriu um novo sentido para viver

Por Por Kelly Lopes/ Fotos: Cedidas

Roupas escuras e rasgadas, cabelos coloridos ou raspados, tatuagem, piercings e alargadores nas orelhas. Era dessa forma que a paraense e estudante de administração Rayara Mesquita, de 23 anos, gostava de atrair olhares e se sentir popular.

Ela estava sempre cercada de amigos, mas o que poucos sabiam é que a jovem, aos 18 anos, sofria com síndrome do pânico, insônia e depressão. Ela via vultos e ouvia vozes. Com um histórico de sofrimento desde a infância, Rayara sofreu com a separação dos pais. Além disso, foi vítima de abuso por parte de um familiar, o que gerou nela ódio e revolta.

Na tentativa de fugir das perturbações e esquecer dos traumas, Rayara fazia uso de drogas e bebidas alcoólicas, mas as substâncias só potencializavam seus problemas. Para manter o vício, a jovem chegou a se prostituir, traficar e roubar.

A estudante conta que se sentia desprezível e fazia de tudo para se livrar das perturbações e preencher o vazio que sentia. Ela chegou a participar de rituais satânicos. “A situação piorou. Quando estava sozinha em meu quarto, eu me cortava frequentemente. A sensação era de alívio e prazer temporários. A dor dos cortes no meu corpo eram um escape, uma forma de esquecer o sofrimento que estava dentro de mim, na minha alma. Porém o vazio sempre continuava lá.”

Sua vida amorosa também era conturbada. Ela teve vários relacionamentos fracassados e chegou a ficar noiva de um rapaz. Mas, ao descobrir que era traída, tentou o suicídio se jogando na frente de um carro em movimento, o que lhe causou machucados e escoriações.

“Minha vida parecia não ter mais jeito, a situação era insuportável. Cheguei a pensar que Deus não podia me ajudar, por causa do ritual satânico do qual participei. Não tinha vontade de viver e passava dias trancada no meu quarto. Tentei suicídio outras vezes e achava que não prestava nem para morrer.”

Uma nova vida

A mãe e a irmã de Rayara frequentavam a Universal e oravam pela libertação da jovem, que recusava os convites para participar das reuniões.

Rayara não conseguia dormir sem consumir bebida alcoólica, mas, em uma das madrugadas de insônia, ela decidiu ligar a TV e assistir à programação da Universal.

Na tela, o pastor falava que existia solução para quem não tinha mais prazer em viver. Ela se identificou com a situação e ligou para o programa em busca de ajuda. Ao ser atendida, ela foi convidada para participar de uma das reuniões.

Decidida a encontrar solução para a sua vida, Rayara participou de uma reunião da Universal aos 20 anos de idade. Depois dessa expeiência, ela diz que conseguiu dormir já na primeira noite.

Ela revela que encontrou a paz que tanto buscava depois que começou a frequentar as reuniões de libertação. Colocando em prática os ensinamentos adquiridos, ela se libertou dos vícios e de todos os males que a atormentavam.

“Encontrei paz e motivo para viver, não preciso mais me cortar. Tenho um bom relacionamento com a minha família e sou feliz de verdade”, finalizou.

Com a vida transformada, Rayara se dedica à fé em Deus e a ajudar as pessoas que se encontram na mesma situação em que ela esteve.

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