A pele restaurada pela fé

Erupções semelhantes às da hanseníase se espalharam pelo corpo de Rita de Cássia da Silva. Ela creu no poder de Deus e foi curada

Por Por Janaina Medeiros/ Foto: Mídia FJU

Em uma manhã de 2012, Rita de Cássia da Silva, de 39 anos, acordou com várias erupções na pele. Pensou que se tratasse apenas de uma alergia momentânea. Porém, com o passar dos dias, percebeu que elas estavam se agravando. “Comecei a ter várias bolinhas no corpo. Logo depois apareceram bolhas que estouravam e viravam feridas”, relata.

No início, ela pensou que isso fosse consequência dos fortes remédios que tomava para tratar a depressão que enfrentava. Depois, considerou que pudesse ser resultado do tratamento estético que havia feito à época. “Eu ia me casar no ano seguinte e estava cuidando da pele. Então, ao conversar com o dermatologista, supomos que os produtos poderiam ter causado esse efeito colateral.”

Preocupada com sua pele, Rita procurou um especialista que lhe prescreveu alguns remédios para esse tipo de sintoma na pele. Apesar de usá-los, ela não obteve resultado. “As manchas ficavam cada vez mais vermelhas e, quando eu saía no sol, sentia que minha pele fritava, como se eu estivesse dentro de uma frigideira”, compara.

Já não era apenas o fato de ver as úlceras se espalhando pela pele que a incomodava, mas os sintomas associados a elas, como coceira, ardência e dor. “Eu sentia tudo o que se pode imaginar. Às vezes era frio; outras vezes, calor. Parecia que tinha um bicho comendo minha pele, era um desconforto total. A dor era insuportável”, descreve.

As úlceras, pouco a pouco, se alastraram por diversas partes do corpo, como costas, pernas, pescoço, rosto e até nas orelhas. “Eu sentia dor dentro dos ouvidos e escutava um barulho horroroso que não parava.”

Sem diagnóstico

Cansada da situação, Rita procurou alguns médicos para tentar encontrar uma solução. A princípio, parecia um tipo de hanseníase, já que os sintomas eram semelhantes aos da doença.

A hanseníase, que deixou de ser chamada de lepra, como era conhecida há alguns anos, é transmitida principalmente pelas vias áreas superiores, por meio de contato próximo com uma pessoa infectada pela bactéria Mycobacterium leprae.

Os sinais mais frequentes dessa doença são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas. Além disso, a área da pele fica seca, com sensação de choque, e, em alguns casos, com caroços dolorosos e sangramentos.

Como alguns desses sintomas eram frequentes, Rita passou a tomar alguns medicamentos específicos, mas o problema só piorava.

Depois de fazer alguns exames, constatou que, apesar da semelhança, a doença não era a mesma.

O argumento dos especialistas, então, passou a ser de que o problema de pele de Rita era decorrente das crises de ansiedade que ela enfrentava. “Fui a vários médicos e eles empurravam um para o outro e diziam que tudo era fruto da ansiedade. Só que as medicações que eles prescreviam não davam resultado.”

Àquela altura, as úlceras estavam piores. “Saía líquido das feridas do rosto e dos ouvidos a ponto de molhar meu cabelo. Às vezes, saía pus; outras vezes, saía sangue. Era muito cheiro de infecção, uma coisa horrorosa”, detalha.

Como se não bastasse ter a pele afetada, ela também sentia muita falta de ar. “Eu não dormia à noite e, quando eu saía para comprar algo, ficava paralisada de tanta falta de ar. Eu tinha que me sentar sem me mexer e pedir para alguém me levar para casa.”

Novos exames

Em razão disso, ela fez novos exames, como os que constatam hepatite e HIV (vírus da Aids), em busca de um diagnóstico preciso. Em um deles foi detectada uma infecção bacteriológica em seu organismo, que poderia ser a causa do problema. Contudo, depois de iniciar o tratamento, as feridas, em vez de melhorarem, pioraram. “Comecei a tomar comprimidos e injeções fortes de antibióticos, lavava as feridas com permanganato de potássio e passava todo tipo de pomada, mas nada resolvia”, lamenta.

O sobrenatural

Indignada, Rita não tinha mais a quem recorrer. Afinal, não conseguia ver nenhuma melhora em sua pele. Então, ela buscou a ajuda de Deus, participando das Reuniões de Cura, na Universal. “Passei a fazer o Tratamento da Água. Bebia dessa água consagrada como se ela fosse meu remédio e tomava banho com ela todos os dias, me lavando da cabeça aos pés.”

Rita também fazia votos com Deus em prol de sua cura. “Eu orava, jejuava e colocava esse problema no Altar por meio das campanhas de fé. Certa vez, toquei as feridas com o ‘manto do milagre’ durante vários dias”, conta.

Por causa de sua perseverança e com o exercício da fé inteligente, ela obteve a cura. As feridas sumiram, ela parou de sentir todos os sintomas e não ficou com nenhuma sequela. “Eu não tenho mais problema de pele e me sinto bem e saudável, como se nada daquilo tivesse aparecido em meu corpo”, comemora.

Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse universal.org/enderecos

* A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente

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