Casos de malária crescem em todo o Brasil

Por Da Redação/ Foto: Fotolia

No dia 25 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a Malária. No Brasil, a data chama a atenção para as estratégias de prevenção e erradicação da doença, em um momento em que o número de casos aumenta em todo o País e no mundo.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgados em novembro do ano passado, mostraram que os registros crescentes da doença interromperam uma tendência de queda mundial registrada entre os anos de 2010 e 2015. Na América do Sul, a Venezuela e o Brasil ainda apresentam o maior número de diagnósticos positivos.

Por aqui, a maioria dos casos de malária se concentra na Região Amazônica, nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Segundo o Ministério da Saúde, a cada 100 casos registrados no Brasil, 97 acontecem na Região Norte. No Amazonas, por exemplo, foram mais de 81 mil casos da enfermidade neste ano.

A doença também fez vítimas em outras partes do País, como no Distrito Federal, onde uma idosa de 71 anos foi internada para tratar o problema no mês de março passado. Segundo informações publicadas pelo jornal Correio Braziliense, a capital federal registrou 147 casos suspeitos e confirmou a doença em 31 pessoas no ano passado.

O que é?

A malária pode ser evitada e tem cura, caso seja tratada com antecedência. É uma doença infecciosa febril aguda, transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles – conhecido popularmente por mosquito-prego – infectada pelo protozoário Plasmodium. Não é uma doença contagiosa, ou seja, um enfermo não é capaz de transmitir a doença de forma direta para outra pessoa. Sem tratamento adequado, a malária pode evoluir para a forma grave e causar a morte. Ainda não existe vacina contra a doença.

Entre os sintomas estão febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Muitas vítimas, antes de apresentarem essas manifestações clínicas, enfrentam náuseas, vômitos e falta de apetite.

O Ministério da Saúde, por meio de uma política nacional de tratamento, disponibiliza gratuitamente os medicamentos usdos em todo o território nacional, nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Caso more nas regiões de alto índice de ocorrência da doença ou esteja com viagem marcada para locais de risco, siga algumas orientações para se prevenir.

Use cortinas e mosqueteiros sobre a cama ou rede. Evite frequentar locais próximos a criadouros de mosquitos, como margens de rio ou áreas alagadas, principalmente do final da tarde até o amanhecer, pois é o horário em que o maior número de mosquitos transmissores circula. Vista calças e camisas longas e passe repelentes à base de DEET (N-N-dietilmetatoluamida) ou de icaridina nas partes descobertas do corpo e também sobre as roupas. Cuide-se.

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