O nascimento, a fé e a cura

Kely de Souza tinha diabetes e corria o risco de ter uma filha com sequelas da doença. Ela e o marido manifestaram a fé e tiveram uma surpresa logo após o parto

Por Por Janaina Medeiros/ Fotos: Mídia FJU

A notícia de uma gravidez traz alegria para os futuros pais e seus familiares. Antes de cada ultrassonografia, sempre há a expectativa para ver o bebê e acompanhar seu desenvolvimento.

Para Kely Cascemiro Ferreira de Souza, de 22 anos, e Jheison Henrique Silva de Souza, de 28 anos, as consultas de pré-natal geravam medo e apreensão. O casal tinha receio de ouvir más notícias. Isso porque Kely era diabética e poderia ter sérias complicações por conta da doença. “Assim que descobri a gravidez, os médicos me encaminharam para um especialista, pois a gestação era de alto risco.”

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a diabetes ocorre por causa de defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose nas células do organismo, de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. Então, se houver defeitos na ação da insulina, haverá um acúmulo de glicose no sangue, conhecido como hiperglicemia.

Kely vivia esse drama desde os 16 anos, quando começou a tomar remédios e insulina três vezes ao dia. Além disso, tinha uma rotina repleta de restrições. “Os médicos falavam que não poderia comer o que queria, a quantidade que queria e que eu conviveria com a doença pelo resto da vida.”

Durante a gestação, ela poderia ter alterações no metabolismo, em razão do aumento progressivo de substâncias consideradas “diabetogênicas”, como o cortisol, o estrogênio e o hormônio lactogênio placentário, que bloqueia a ação da insulina produzida naturalmente pelo pâncreas. Como já era diabética antes da gravidez, teria mais necessidade de insulina para controlar o índice glicêmico que aumentaria durante a gestação.

Mas as limitações da doença não a preocupavam tanto quanto o fato de ouvir dos médicos que sua filha também poderia ser afetada. “Eles falavam que ela provavelmente nasceria com deficiência ou má-formação e eu corria um grande risco durante o parto. A cada mês, eles diziam que todo cuidado era pouco e que talvez ela nem chegasse a nascer”, lembra.

Sequelas

Por causa da diabetes, Kely estava mais predisposta a ter infecções durante a gestação. Ela também corria o risco de ter o volume do líquido amniótico da placenta aumentado (polihidrâmnio), o que poderia causar um abortamento ou o nascimento prematuro da criança. Além disso, a bebê poderia apresentar anomalias congênitas, principalmente cardíacas, como defeitos no septo do ventrículo do coração, transposição dos grandes vasos e pressão no canal arterial.

Poderiam ocorrer, ainda, anomalias nos sistemas nervoso e esquelético. “Os médicos falavam que os ossos da bebê não estavam se formando com o tamanho adequado. Então, ela já estava enquadrada como uma bebê que nasceria com defeito. Quando viam os ultrassons, sempre diziam que em alguma parte do corpo ela teria má-formação, até mesmo no cérebro”, conta o pai.

Restauração

Desde que Kely e seu marido ouviram que a bebê teria alguma deficiência, passaram a expressar a fé em Deus para que Ele pudesse mudar os prognósticos. “Comecei a usar a fé bebendo da água do tratamento espiritual e apresentava a Deus a minha vida e a dela”, relata a mãe. Eles não pararam de clamar a Deus para que a cura da bebê acontecesse antes mesmo que ela nascesse. Além disso, ela ungia a barriga diariamente com o óleo consagrado e fazia votos de fé no Altar em prol da saúde da bebê. “Nós agimos a fé até a confirmação negativa dos exames, pois, mesmo na mesa do parto, ela poderia ter uma complicação”, completa.

Giovana nasceu na data prevista, saudável, sem necessidade de antecipação do parto e de forma normal, com a ajuda de fórceps.

A surpresa para os médicos veio em seguida. “Fizeram todos os exames e detectaram que ela não tinha nenhuma sequela nem tinha diabetes”, comemora o pai.

O milagre veio em dose dupla. Logo após o parto, Kely foi curada da diabetes. “Ao tomar o remédio, vi que ele estava me fazendo mal. Então, fiz os exames e foi detectado nível normal de glicemia. Nos últimos exames a cura foi comprovada.”

Hoje, Kely e Giovana, que está com 11 meses, não têm diabetes nem resquícios da doença. “Como de tudo, não tomamos medicação nem fazemos nenhum tratamento, pois Deus honrou nossa fé.”

Fontes: Ivete Daniel, ginecologista e obstetra da Clínica Megamed, e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)


Reunião da Saúde restaurada

Direcionada a quem sofre com uma doença, dores ou problemas de saúde persistentes. Todas as terças-feiras, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Para saber os horários, acesse universal.org/enderecos

* A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente

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Kely de Souza tinha diabetes e corria o risco de ter uma filha com sequelas da doença. Ela e o marido manifestaram a fé e tiveram uma surpresa logo após o parto

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A notícia de uma gravidez traz alegria para os futuros pais e seus familiares. Antes de cada ultrassonografia, sempre há a expectativa para ver o bebê e acompanhar seu desenvolvimento.

Para Kely Cascemiro Ferreira de Souza, de 22 anos, e Jheison Henrique Silva de Souza, de 28 anos, as consultas de pré-natal geravam medo e apreensão. O casal tinha receio de ouvir más notícias. Isso porque Kely era diabética e poderia ter sérias complicações por conta da doença. “Assim que descobri a gravidez, os médicos me encaminharam para um especialista, pois a gestação era de alto risco.”

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a diabetes ocorre por causa de defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose nas células do organismo, de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. Então, se houver defeitos na ação da insulina, haverá um acúmulo de glicose no sangue, conhecido como hiperglicemia.

Kely vivia esse drama desde os 16 anos, quando começou a tomar remédios e insulina três vezes ao dia. Além disso, tinha uma rotina repleta de restrições. “Os médicos falavam que não poderia comer o que queria, a quantidade que queria e que eu conviveria com a doença pelo resto da vida.”

Durante a gestação, ela poderia ter alterações no metabolismo, em razão do aumento progressivo de substâncias consideradas “diabetogênicas”, como o cortisol, o estrogênio e o hormônio lactogênio placentário, que bloqueia a ação da insulina produzida naturalmente pelo pâncreas. Como já era diabética antes da gravidez, teria mais necessidade de insulina para controlar o índice glicêmico que aumentaria durante a gestação.

Mas as limitações da doença não a preocupavam tanto quanto o fato de ouvir dos médicos que sua filha também poderia ser afetada. “Eles falavam que ela provavelmente nasceria com deficiência ou má-formação e eu corria um grande risco durante o parto. A cada mês, eles diziam que todo cuidado era pouco e que talvez ela nem chegasse a nascer”, lembra.

Sequelas

Por causa da diabetes, Kely estava mais predisposta a ter infecções durante a gestação. Ela também corria o risco de ter o volume do líquido amniótico da placenta aumentado (polihidrâmnio), o que poderia causar um abortamento ou o nascimento prematuro da criança. Além disso, a bebê poderia apresentar anomalias congênitas, principalmente cardíacas, como defeitos no septo do ventrículo do coração, transposição dos grandes vasos e pressão no canal arterial.

Poderiam ocorrer, ainda, anomalias nos sistemas nervoso e esquelético. “Os médicos falavam que os ossos da bebê não estavam se formando com o tamanho adequado. Então, ela já estava enquadrada como uma bebê que nasceria com defeito. Quando viam os ultrassons, sempre diziam que em alguma parte do corpo ela teria má-formação, até mesmo no cérebro”, conta o pai.

Restauração

Desde que Kely e seu marido ouviram que a bebê teria alguma deficiência, passaram a expressar a fé em Deus para que Ele pudesse mudar os prognósticos. “Comecei a usar a fé bebendo da água do tratamento espiritual e apresentava a Deus a minha vida e a dela”, relata a mãe. Eles não pararam de clamar a Deus para que a cura da bebê acontecesse antes mesmo que ela nascesse. Além disso, ela ungia a barriga diariamente com o óleo consagrado e fazia votos de fé no Altar em prol da saúde da bebê. “Nós agimos a fé até a confirmação negativa dos exames, pois, mesmo na mesa do parto, ela poderia ter uma complicação”, completa.

Giovana nasceu na data prevista, saudável, sem necessidade de antecipação do parto e de forma normal, com a ajuda de fórceps.

A surpresa para os médicos veio em seguida. “Fizeram todos os exames e detectaram que ela não tinha nenhuma sequela nem tinha diabetes”, comemora o pai.

O milagre veio em dose dupla. Logo após o parto, Kely foi curada da diabetes. “Ao tomar o remédio, vi que ele estava me fazendo mal. Então, fiz os exames e foi detectado nível normal de glicemia. Nos últimos exames a cura foi comprovada.”

Hoje, Kely e Giovana, que está com 11 meses, não têm diabetes nem resquícios da doença. “Como de tudo, não tomamos medicação nem fazemos nenhum tratamento, pois Deus honrou nossa fé.”

Fontes: Ivete Daniel, ginecologista e obstetra da Clínica Megamed, e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)


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