Quando a folia acaba, resta o prejuízo para a alma

Carnaval gera inúmeros transtornos para quem participa e para quem não quer participar



Por Por Andre Batista / Imagem: Thinkstock

O carnaval chegou ao fim, mas suas consequências ainda estarão presentes durante muito tempo. Engana-se quem pensa que os maiores transtornos são dos foliões, que entregam-se às inúmeras festas, blocos, bebidas alcoólicas e outras drogas. Basta ler as notícias publicadas por veículos que não buscam lucros no carnaval para perceber a imensidão dos transtornos.

Além do aumento de acidentes de trânsito e violência nas ruas, o direito de ir e vir de muitos brasileiros também é afetado. Em São Paulo, por exemplo, uma das principais avenidas da cidade, a 23 de Maio, foi fechada para a passagem de blocos de carnaval. A interdição deveria durar até às 22h do domingo, dia 11, mas acabou permanecendo até a meia-noite de terça para quarta-feira, dia 14. Dali foram retiradas mais de 70 toneladas de lixo.

O maior problema da interdição da avenida não foi, entretanto, o tumulto ou a sujeira causada, e sim o prejuízo a hospitais e seus pacientes. Essa avenida conta com, pelo menos, três grandes complexos hospitalares que sofreram com o barulho gerado. Pacientes se tratando de graves enfermidades, como cânceres e infartos, perderam a tranquilidade necessária para o repouso. Médicos e enfermeiros mal conseguiam refletir sobre seu trabalho, que exige tanta atenção e concentração.

No próximo fim de semana esse e todos os outros transtornos da “folia” se repetirão. Que os foliões pouco ou nada se importam com as outras pessoas já se sabe, mas será que eles se preocupam, pelo menos, com eles mesmos?

A doença do carnaval

Como lembrou o bispo Renato Cardoso em recente reunião no Templo de Salomão, “carnaval” nada mais é do que a festa da carne: “No carnaval você vê as pessoas se comportando de uma forma que não se comportam em nenhuma outra época do ano”.

Esse comportamento gera diversos prejuízos, como as doenças sexualmente transmissíveis. Infelizmente, essa é uma época do ano em que muitas pessoas deixam seus desejos aflorarem sem controle.

Engana-se, porém, quem acredita que a prostituição – como a Bíblia a define – é cometida apenas pelas pessoas que praticam o sexo indiscriminadamente. O simples fato de beijar desconhecidos também traz danos, como a conhecida “doença do beijo”.

Essa enfermidade, cujo nome é mononucleose, é causada pelo vírus Epstein-Baar (o mesmo da herpes) e transmitida pela saliva. Ela pode causar dores nas articulações, na garganta e em outras regiões do corpo. Além disso, também traz febre, tosse, aumento dos gânglios da região do pescoço e manchas na pele.

Em casos mais graves, como em enfermos com baixa imunidade, a mononucleose pode causar complicações como anemia e meningite.

Mesmo assim, é impossível contar o número de desconhecidos trocando beijos – e até mais – nas ruas. A despreocupação que as pessoas têm com seu corpo nesse período prejudica até mesmo seu espírito, conforme afirma a Bíblia:

“Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.” Gálatas 5.17

Ou seja: na festa da carne, quanto mais o homem dá vazão aos prazeres carnais, mais ele se afasta de Deus.

E isso vale para o ano inteiro. Durante o carnaval é mais fácil enxergar o exagero apoiado por parte da mídia que ganha muito dinheiro com essas festas, organizando, por exemplo, desfiles de blocos e escolas de samba. Mas também em outras festas e feriados prolongados, nas “baladas” mundo afora, muitos prejudicam seus corpos.

Por isso é importante entender que todas as atitudes têm consequências, independentemente do período do ano. Quando a festa acaba restam os danos físicos, psicológicos e espirituais.

Caso queira participar de uma reunião na Universal, procure o endereço mais perto de sua casa e se informe sobre os horários.

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