O real sentido do amor

Para entendê-lo, é imprescindível conhecer a Deus



Por Por bispo Edir Macedo (*) / Foto: Thinkstock

Essa tem sido a palavra-chave para a inspiração dos artistas em todo o mundo. Ela tem feito parte de quase todas as canções, poemas, de quase todos os povos. Por ele se tem cometido tanto o bem quanto o mal, e provavelmente mais mal do que bem, pois o amor tem sido confundido com paixões desenfreadas, mesclado com egoísmo, e se corrompido com os corruptos que pervertem a verdade e a pureza que Deus criou. Por isso mesmo, a humanidade é completamente ignorante a respeito deste assunto, porque para conhecê-lo é preciso que primeiro se conheça a fonte dele.

O mundo não sabe o que é amar, muito menos o que significa o amor, razão pela qual temos presenciado tanta miséria, fome, guerras, e toda a sorte de destruição e caos por todos os quatro cantos da Terra. O amor que este mundo tem cultuado é o apego ao dinheiro, a pessoas, coisas, e a si próprio.

Deus é amor. Para que possamos entender o real sentido do amor, é imprescindível que venhamos conhecer a Deus; e, para isso, a primeira coisa a fazer é aceitar a Sua máxima expressão de amor para conosco,ou seja, o Seu Filho Jesus Cristo. É maravilhoso o amor de Deus! Porque, para que possamos conhecê-lo, somos logo convidados a participar dele, através do Senhor Jesus, quando Ele sugere: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16

Verificamos, de imediato, que o amor puro e verdadeiro começa com uma dádiva, exatamente o oposto do amor deste mundo, que está mais interessado em receber do que dar.

A partir da aceitação deste amor divino, começamos a enxergar a grandeza, a amplitude e a extensão do que representa o amor. O Espírito Santo deu ao apóstolo Paulo um resumo do sentido do amor, dizendo:

“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, senão tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, senão tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; (…) Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” 1 Coríntios 13.1-8;13

Temos, então, nestes simples versículos os parâmetros do amor, exatamente como ele foi criado e como é. Percebe-se basicamente que ele se dirige numa única direção, isto é, se preocupa em dar sem esperar nada em troca…

Este sentimento tão profundo é a base de um caráter genuinamente cristão, e sobre ele estão todas as demais virtudes da personalidade moldada pelo Criador. Este é o amor que devemos cultivar em nossos corações, permitindo que flua de nossas vidas para outras vidas, porque este é o amor que procede de Deus.

Quando alguém ama, segundo o fruto do Espírito, tem paciência para com o amado, tem até um pouquinho de ciúme “santo”, mas não é um ciúme doentio, como acontece nos relacionamentos, que de amor não têm nada, apenas paixão desenfreada, carnal e demoníaca. Quem ama tudo sofre calado, pois acredita que um dia o seu amor prevalecerá; tudo suporta, porque sabe que o seu amor é forte como a morte e que após enfrentar todas as barreiras, permanecerá porque jamais acaba.

(*) Texto retirado do livro “O Espírito Santo”, do bispo Edir Macedo

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