Ela se rendeu a Deus no banheiro de uma balada

Conheça a história de Débora Santos, que precisou se perder para encontrar o que realmente procurava

Por Por Flavia Francellino/ Foto: Demetrio Koch

Quem conversa com a gerente de atendimento Débora Santos (foto abaixo) nos dias de hoje não é capaz de imaginar a vida que ela experimentou no passado. A jovem de 22 anos, que conheceu a fé e o Deus Vivo na Universal desde pequena, decidiu ver o que o mundo poderia lhe oferecer, mas só se decepcionou.

“Nasci na Igreja, toda a minha família sempre foi à Igreja. Quando estava com 16, 17 anos, quis conhecer o mundo”, recorda. Drogas, como lança-perfume, maconha, haxixe, bebidas alcoólicas de todos os tipos e baladas passaram a fazer parte de sua rotina desequilibrada. “Eu não tinha paz nem conseguia dormir. Então, ia para as baladas, usava drogas e ficava com vários homens para tentar preencher um vazio. Eu era uma jovem cheia de complexos e não me dava nenhum valor.”

As bebidas em excesso a transformaram em uma pessoa agressiva. E essa péssima combinação a levava a passos largos para perto da morte: ora seu corpo reagia negativamente a tudo aquilo, ora sofria ameaças por conta de seu comportamento conturbado.

Como se não bastasse tudo isso, não demorou para que pensamentos ruins bombardeassem sua mente. “Nutria o desejo de me matar, de matar minha família e me enxergava como um caso perdido”, diz.

Além disso, ela viveu mais uma situação de desespero, causada por uma traição. “Aquilo foi o fim para mim”, relembra. Mas, mesmo em meio às distrações, encontrou o alívio quando menos esperava. “Quando estava no banheiro de uma balada, o próprio Deus falou comigo. Eu não tenho dúvidas de que foi Ele. Estava muito drogada e bêbada, fui ao banheiro e percebi uma voz que dizia no meu íntimo: ‘é a última balada em que você pisa.’ E eu cri naquilo. Desde então, senti nojo de tudo aquilo”.

Mudança

Débora precisou abrir mão de costumes antigos e de amizades para se firmar nos caminhos da fé. Ela conta que participar das reuniões de libertação foi fundamental. “Se a pessoa tem um problema, tem de fazer algo para solucioná-lo. Como iria receber o Espírito Santo se não estava bem? Então, primeiro, me esvaziei, para depois ser preenchida. Hoje sei dos meus valores e os de Deus para a minha vida”, conclui.

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