Viajar a trabalho ou permanecer casada?

Veja o que Renato e Cristiane Cardoso pensam sobre este assunto



Por Por Lorrainne Silva / Foto: Fotolia

Para ter e manter um bom casamento é necessário compreender que a relação precisa de diálogo e de que o casal chegue a um consenso. É normal que os cônjuges pensem de forma diferente, desde que essa divergência de ponto de vista não leve ao fim da união. Na A Escola do Amor Responde desta edição, os professores Renato e Cristiane Cardoso ajudam a aluna no impasse de ir viajar a trabalho por setes meses ou ficar casada. Confira.

Aluna – Gostaria de uma orientação. Estou prestes a embarcar em um navio e fazer um cruzeiro a trabalho por um período de sete meses. Meu marido não entende que preciso viajar e disse que pode deixar de me amar por causa da distância, pois ele acredita que pessoas podem mudar e consequentemente os sentimentos também. Essa atitude dele está me deixando totalmente insegura, desconfiada, eu me sinto totalmente despreparada, sem apoio nenhum. Para mim, quando existe amor, não importa a distância, principalmente se é algo temporário. Estou errada por querer trabalhar fora por um período de sete meses?

Renato – A questão não é saber se você está certa ou errada, mas o fato de o seu marido não concordar. Para ele é errado e dentro de um casamento o que vale é o que o casal combinou. Dentro de um casamento tem que existir um acordo e o erro está em você contrariar o seu marido. É errado ele ameaçá-la em razão de estar desesperado e por ver que você está decidida a ir contra a vontade dele. Também não deveria falar que não pode garantir nada e que as pessoas e os sentimentos mudam. Em outras palavras, ele disse que você pode ir, mas, enquanto ele estiver sozinho, tudo pode acontecer: ele pode trair você, por exemplo. Ele está totalmente errado, mas talvez essa atitude seja reflexo do desespero dele na tentativa de impedir que você vá.

Cristiane – Aluna, casamento é uma parceria. Se um dos parceiros não concorda com algo, o outro não pode simplesmente ir lá e fazer. Por exemplo, você tem uma parceria com seu companheiro, não é cada um por si e Deus por todos. É um casamento. Se você quer ter total liberdade, era melhor ter ficado solteira. E aqui vai uma dica não só para você mas para todos os leitores: para que o casamento dê certo a opinião da outra pessoa é de extrema importância. O casal precisa chegar sempre a um acordo.

Renato – Para alguns casais não há o menor problema se ficarem longe tanto tempo. Algumas pessoas até dão graças a Deus quando o companheiro (a) viaja, mas outras não gostam. Eu particularmente não gostaria que a Cristiane fosse nem eu gostaria de ir trabalhar e ficar sete meses longe dela. E, por conhecê-la bem, creio que ela pensa da mesma forma.

Neste caso, você precisa pensar no que pretende com esse trabalho de sete meses longe de seu esposo e achar o que é bom e aceitável para os dois. Você está querendo resolver um problema financeiro? Em caso afirmativo, será que é o único modo de resolver a questão? Você deseja trabalhar nesse cruzeiro porque não trabalha fora, depende do seu marido e se sente inferior? Você está querendo resolver um problema de relacionamento e deseja que seu marido sinta saudades de você? Eu não sei qual é o problema que você está querendo resolver com essa ideia de trabalhar em um cruzeiro. Mas, quando você descobrir, precisa perguntar a si mesma se não existe outra forma de resolvê-lo. Use a razão e procure maneiras mais inteligentes e mais criativas de resolver o problema sem prejudicar o casamento.

Cristiane – O motivo pode ser totalmente fútil. Às vezes, a pessoa insiste em fazer algo por pura vaidade, porque sempre quis, porque é um sonho. Nem é uma necessidade, mas uma vontade pessoal. Existem mulheres que têm o desejo de passar um mês em um determinado país com as amigas, mas como o marido se encaixa nessa história? Isso é perseguir um sonho pessoal. Agindo assim, você está anulando o seu marido e vivendo a vida como se ele não fosse uma parte importante. Em algumas coisas, por exemplo, eu e o Renato entramos em um consenso para não prejudicar o nosso casamento. E eu também deixo de fazer coisas para não prejudicar o meu casamento.

Renato – E a mesma coisa se aplica ao homem. Não adianta nada ele amar futebol, gostar de praticar esse esporte, fazer vários gols nos jogos, ajudar seu time a ganhar, mas em casa levar todos os gols e correr o risco de acabar com o seu casamento. Vamos lembrar dos objetivos em comum e ver como podemos alcançá-los sem prejudicar o relacionamento.

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