O que um urso faminto tem a ver com o Apocalipse

Entenda como os sinais do fim dos tempos já se apresentam para todos



Por Por Andre Batista e Marcelo Rangel / Imagem: Reprodução Instagram @paulnicklen

E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê.
E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra Apocalipse 6.7:8

A descrição de João sobre a abertura do quarto selo do Apocalipse é desesperadora. Ali está claro que o Fim dos Tempos será doloroso e assustador. Conforme o bispo Edir Macedo escreveu no livro Estudo do Apocalipse, foi nesse momento que “a morte e o inferno receberam autoridade para matar por meio de quatro flagelos:

1) Pela espada – significa guerra mundial.

2) Pela fome – aqueles que sobreviverem à guerra passarão pelo desespero da falta de comida. A escassez de alimentos levará as pessoas ao sacrifício dos seus filhos.

3) Pela mortandade – com a falta de alimentos, as doenças e as enfermidades aumentarão, gerando a morte.

4) Pelas feras da Terra – aqueles que ultrapassarem a guerra, a fome e as pestes mortais terão de enfrentar as feras da Terra, que, diga se de passagem, estarão tão desesperadamente famintas quanto a própria humanidade.”

Normalmente, o homem imagina que esse tempo está longe de acontecer. Afinal, não faz parte do cotidiano do cidadão comum ver esses flagelos. Entretanto, os sinais que a profecia se aproxima são cada vez mais frequentes e chegam aos olhos de todos por meio da mídia e, por isso, não há mais a desculpa da ignorância, pois todos somos informados dia após dia sobre o princípio das dores que são nada menos que o começo das profecias apocalípticas se concretizando, mesmo que os efeitos de tais acontecimentos pareçam distantes no espaço e no tempo. Não estão.

No último dia 5, por exemplo, o fotógrafo Paul Niklen, integrante do grupo de conservação ambiental Sea Legacy, postou um vídeo em sua conta no Instagram com a imagem que abre esse texto.

De acordo com o relato de Niklen, esse é um urso polar jovem que estava morrendo de fome. Em seu habitat natural ele deveria encontrar alimentos suficientes para permanecer saudável, mas, naquele momento, revirava lixo deixado por pescadores para se alimentar. Tão fraco que estava, mal podia sustentar-se de pé e, por isso, Niklen acredita que o urso morreu poucas horas após o filme ser feito.

“Essa é a aparência da situação de fome”, escreveu Niklen. “Os músculos atrofiam. Não há energia. É uma morte lenta e dolorosa. Quando cientistas dizem que os ursos polares estarão extintos em 100 anos, eu imagino na população global de 25 mil ursos polares morrendo dessa maneira.”

Quando olhamos para a situação triste desse urso e de tantas pessoas que ainda morrem de fome hoje em dia, podemos ter uma ideia dos danos que o cavalo amarelo vai causar, após a abertura do quarto selo. De acordo com o bispo Edir Macedo, as feras da Terra “estarão tão desesperadamente famintas quanto a própria humanidade”. Não seria surpreendente que um animal faminto, encontrando um vilarejo habitado, atacasse o homem para se alimentar, lutando por sua sobrevivência. Os animais, em si, não terão culpa, pois é seu instinto de sobrevivência agindo. Ainda assim, serão instrumentos do ser apocalíptico montado no cavalo amarelo, a Morte, único dos quatro cavaleiros a ser claramente identificado nas Escrituras, único a ser tratada pelo nome.

Alguém pode se comover com a imagem de um animal que normalmente seria robusto, forte, imponente, acostumado a caçar seu alimento com destreza e inteligência, rebaixar-se a um ser magro e fraco que revira lixo. Porém, as mesmas pessoas se entristeceriam ainda mais se percebessem naquele bicho lamentável o recado que as Escrituras deram com bastante antecedência. O Fim dos tempos já anunciou o seu “princípio das dores”, palavras do próprio Senhor Jesus que comparam o destino dos seres humanos a uma mulher que começa a perceber os sinais de que entrará em trabalho de parto.

Mas essas primeiras dores não são o fim em si, como a Bíblia Sagrada com as Anotações de Fé do Bispo Edir Macedo confirma: “Os princípios das dores são os acontecimentos que precederão a segunda vinda do Senhor Jesus. O termo traduzido como ‘dores do parto’ é odinon e se refere ao extremo sofrimento pelo qual as pessoas irão passar”.

A certeza de que o Fim dos Tempos se aproxima é cada vez maior. Se você deseja estar pronto para quando isso acontecer, participe do Estudo do Apocalipse, que acontece todos os domingos, no Templo de Salomão, às 18h. Ou assista a essas reuniões no Univer Vídeo.

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