Qual é a muralha de sua vida que você quer derrubar?

Na Corrente de Jericó, o bispo Clodomir Santos realiza o clamor em favor de todos ao som das trombetas



Por Por Eduardo Prestes* / Fotos: Demetrio Koch / Ilustração: Edi Edson

Mesmo quem não lê a Bíblia já ouviu falar da história de muralhas caindo ao soar de trombetas. O Livro Sagrado conta que, logo após a travessia do rio Jordão, os filhos de Israel, liderados por Josué, ficaram frente a frente com a cidade de Jericó, que era habitada por cananeus hostis. Era preciso derrotá-los para que seguissem seu destino. Para isso, seria preciso transpor as muralhas que circundavam e protegiam a cidadela. O feito era considerado impossível pelo tamanho delas. Os habitantes de Jericó, confiantes no poder das muralhas, fecharam-se no interior da cidade e esperaram que a inclemência da natureza obrigasse os invasores a retroceder e partir, mas isso não aconteceu.

Por ordem do Senhor, os guerreiros hebreus que levavam a Arca da Aliança deram voltas pela cidade por seis dias consecutivos, ao som de trombetas. No sétimo dia, totalizaram sete circuitos e depois disso ressoaram as trombetas novamente. Quarenta mil filhos de Israel responderam imediatamente a elas com um brado poderosíssimo. Em consequência disso as muralhas de Jericó desmoronaram. Os hebreus puderam finalmente entrar na cidade e tomá-la, como Deus havia prometido.

O sobrenatural de Deus

Sem dúvida, trata-se de um feito maravilhoso, que só foi possível por meio da intervenção sobrenatural de Deus. Mas quantos, nos dias de hoje, não têm enfrentado adversidades que se parecem com as intransponíveis muralhas de Jericó? São pessoas com problemas sentimentais, financeiros, de saúde, nos relacionamentos e tantos outros apresentados pela vida e que aparentemente não têm solução.

Em virtude disso, todas as sextas-feiras, às 10h, 15h e 20h, no Templo de Salomão, em São Paulo, é realizada a Corrente de Jericó, para que todos tenham a oportunidade de derrubar as muralhas que atravancam suas vidas. A Corrente começou no dia 8 de setembro e vai até o dia 1º de dezembro, o que totalizará 13 semanas de orações e lutas para que as pessoas sejam libertadas dos males que as afligem.

O toque de fé

Para o bispo Clodomir Santos, que realiza a Corrente de Jericó no Templo de Salomão, a vitória frente às adversidades está diretamente relacionada com o respeito à Palavra de Deus. “Tudo o que Israel precisava fazer era honrar a Palavra, ou seja, obedecer, e assim tomar posse dessa promessa e entrar na Terra Prometida. Os israelitas não teriam como fracassar, pois não estavam em busca do que seu coração simplesmente queria, mais sim em busca do cumprimento da Palavra de Deus. Como Deus não vai honrar uma atitude determinada por Ele? Quando seguimos o caminho que Ele determinou, o caminho da fé, é impossível não sermos honrados. Se o povo tivesse dado apenas cinco voltas em sete dias, as muralhas não cairiam”, afirma.

A dona de casa Aparecida Claudete Pires Cardoso (foto ao lado), de 51 anos, ouviu esse chamado. Moradora do bairro do Brás, em São Paulo, ela participa há quatro anos das reuniões de libertação que acontecem às sextas-feiras na Universal e já alcançou diversas bênçãos. “Eu fui levada pela minha filha, que já frequentava a Universal. Fazia pouco tempo que meu marido tinha falecido e eu estava em depressão. Depois de aprender a lidar com isso, passei a buscar pelo meu irmão que bebia. Com o passar do tempo, ele se livrou desse vício”, conta.

E não foram somente esses problemas que Claudete venceu ao participar das reuniões de libertação. “Depois que meu pai faleceu, estava muito difícil finalizar o inventário, pois existiam muitas divergências de opinião entre meus irmãos. No início do mês, a advogada me ligou e isso se resolveu. Recentemente, tive nódulos e microcalcificações nos seios e teria que passar por uma cirurgia. Participei das reuniões e alcancei a cura. O médico se espantou quando fiz o exame antes da cirurgia e não havia nenhum resquício desse problema”, revela.

Claudete agora também participa das reuniões que acontecem aos domingos e sempre convida outras pessoas para ir com ela ao Templo. “Eu coloquei a minha vida no Altar e peguei firme nessa Corrente. Eu me fortaleci mais. O momento parecia uma guerra, eu clamei para que Deus derrubasse as muralhas da minha vida e tudo começou a acontecer. Eu vou continuar na Corrente, pois quero me manter nessa fé”, conclui.

*Colaborou: Maiara Máximo


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