Antes de tirar a própria vida, eles pareciam felizes

Entenda por que pessoas, aparentemente bem, cometem o suicídio e saiba o que fazer para vencer o pensamento negativo

Por Por Cinthia Meibach- Fotos: Reprodução internet e Thinkstock

Durante todo o mês de setembro, várias campanhas contra o suicídio foram feitas no Brasil e no mundo. Isso porque 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Nesse período, é comum ver espaços públicos e privados decorados e/ou iluminados com a cor amarela. Todos os esforços são feitos para alertar a população sobre a realidade do suicídio no Brasil e no mundo, além de destacar as formas de prevenção. Atualmente, o ato é a terceira maior causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos no País.

Porém, mesmo diante de tantos esforços por parte da mídia e grupos em favor da vida, mal o mês de alerta terminou, um caso chocou a classe acadêmica. O reitor afastado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier (foto abaixo), de 59 anos, morreu ao se jogar no vão central do Beiramar Shopping, em Florianópolis, na manhã da segunda-feira, 2 de outubro.

Um bilhete encontrado com ele dizia “minha morte foi decretada quando fui banido da universidade”. Cancellier estava afastado da instituição por determinação judicial. Ele teve a prisão temporária (com validade de cinco dias) decretada pela juíza substituta da 1ª Vara Federal de Florianópolis, Janaina Cassol Machado, e foi cumprida pela Polícia Federal em 14 de setembro. A magistrada também afastou Cancellier de suas funções.

Em ofício, a juíza diz que Cancellier se empenhou para barrar as investigações referentes à Operação Ouvidos Moucos, que apura um esquema de corrupção que teria desviado bolsas e verbas no valor de 80 milhões de reais de cursos de Educação a Distância (EaD) do Programa Universidade Aberta (UAB). Solto no dia seguinte à prisão, Cancellier, que era reitor desde maio de 2016, negou ao jornal Diário Catarinense, que tivesse tomado atitudes para obstruir as investigações.

Tudo indica que o reitor não conseguiu lidar com a pressão que estava sobre ele e preferiu a morte.

Quando parece que está tudo bem

Tal comportamento tem sido mais comum do que muitos imaginam. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), 17% dos brasileiros pensaram, em algum momento, em tirar a própria vida. “Estima-se que 1 milhão de pessoas cometam suicídio anualmente, uma a cada 40 segundos, o que equivale a 1,4% dos óbitos totais. Cerca de 75% ocorrem em países de renda média e baixa. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas 28 países possuem estratégia nacional de combate à morte voluntária”, explica Dr. Rafael Brandes Lourenço, psiquiatra, psicogeriatra e médico do sono pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Segundo a OMS, 90% dos casos de suicídio poderiam ser prevenidos. “A maioria das pessoas que pretende cometer suicídio está sofrendo muito e apresenta alguns comportamentos ou mudanças de atitudes que indicam suas intenções, mas podem passar despercebidos pelos mais próximos”.

Nas fotos abaixo, podemos comprovar a veracidade da declaração acima. São adultos, crianças, jovens, que, antes de decidir tirar a própria vida, pareciam bem, com semblantes felizes, como se nenhum conflito interno estivesse acontecendo:

1- Última selfie que ela fez com o namorado, duas semanas antes dele se enforcar:

2- Foto tirada dias antes de Chester Bennington, ex-vocalista do Linkin Park, tirar a própria vida:


3- Segundo os pais do rapaz, esta foto foi tirada antes dele ir até o computador para pesquisar uma forma certa de se enforcar. Apenas alguns dias após, ele conseguiu:Explicação espiritual

De acordo com o bispo Júlio Freitas, o mal cria situações em casa, na saúde, na vida profissional, para, justamente, o ser humano chegar à conclusão equivocada de que “não vale a pena ser honesto, não vale a pena ser homem de uma só mulher, não vale a pena ser pagador de impostos, não vale a pena crer em Deus, não vale a pena fazer caridade, não vale a pena ser verdadeiro, não vale a pena ser um bom filho, não vale a pena buscar a Deus, pois eu sou tudo isso e olhem só a minha vida… os meus sonhos não foram realizados.”

Cheia desses pensamentos negativos, a pessoa perde o sentido da vida e acaba se entregando à voz do mal.

Porém, o bispo destaca que, neste mundo, estamos sujeitos a dois tipos de visão: à de Deus e à do diabo. “E como é que a do diabo se materializa na nossa vida? Através da depravação, das doenças, vícios, da depressão, desejo de suicídio, medo, indefinição, angústia… Porém, com a Visão de Deus, acontece outro tipo de materialização, que é a segurança, a paz, a saúde, a definição, a realização, em suma, tudo o que é bom e positivo! Qual das duas você prefere?”, questiona o bispo.

Ele mesmo responde: “Certamente que é a Visão de Deus, correto? Então, invista n’Ela, porque vale a pena! Não interessa qual é a situação que a está desanimando, você não pode desistir da sua vida. Você precisa vencer o medo que está a aprisioná-lo”, enfatiza.

Por isso, se você em algum momento pensou que a morte seria um escape para os problemas, se livre desse pensamento, pois, a solução para toda e qualquer dificuldade está em Deus, a exemplo da jovem Caroline, que depois de tentar o suicídio 3 vezes, encontrou o verdadeiro sentido para a vida dela. Confira:

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